quarta-feira, 23 de setembro de 2020

No Programa “do berço à universidade” da Radio Clube da Feira

 

A convite da Escola Global que dinamiza o programa “do berço à universidade na Rádio Clube da Feira”, na qualidade de Presidente da ANPRI falei sobre Literacias Digitais, Programação e Robótica na Infância.

Vídeo aqui.



Mais uma final da 6ª Edição Apps for Good!

 14-15

15-16

16-17

17-18

18-19

19-20 foi a 6ª Edição Apps for Good e o 6º evento Final na qualidade de jurada em representação da ANPRI. Se calhar a “culpada” da existência de um prémio tecnológico e jurada mais antiga.

Se o primeiro foi especial, este foi diferente, porque o ano letivo terminou envolto numa infinidade de constrangimentos e as escolas (alunos e professores) precisavam alguns pontos de luz externos se mantivessem acessos.

Não deve ter sido nada fácil para os professores e alunos que levaram este desafio até ao fim e por isso, foram corajosos.

Mais do que a criação Apps para o bem, estava em causa conseguir manter o equilíbrio e o bem-estar criando apps, continuando o caminho iniciado.

Para mim “Fernanda Ledesma, desalmadamente tecnológica” é uma forma desafiadora de aprender tecnologia com fim, na disciplina de TIC e nas outras que lecionamos.

A prova




sábado, 11 de julho de 2020

Porquê aprender a programar?

A aprendizagem de conceitos relacionados com a programação é, hoje em dia, muito importante. Não apenas porque ser programador é uma profissão com boas perspetivas de emprego, mas principalmente porque permite desenvolver diversas competências, tais como:

  • Raciocínio lógico
  • Resolução de problemas
  • Sentido crítico
  • Criatividade

Existem várias linguagens de programação por blocos, que foram desenvolvidas, especialmente, a pensar em miúdos que dão os primeiros passos na programação.

Uma dessas linguagens é o Scratch, sobre o qual estes livros contém várias atividades e projetos. 

Pretende-se que se aprenda a programar e a criar aplicações, como jogos ou histórias interativas, que vão ao encontro dos conteúdos e temas que os alunos aprendem nas aulas de matemática, estudo do meio, português e outros temas, consolidando conceitos e temáticas. É também uma forma de iniciação e de aprendizagem dos conceitos nesta área, para o caso de, mais tarde, quererem aprender linguagens de programação mais avançadas.

Em programação não há soluções únicas, por isso as atividades e projetos podem ser resolvidas como estão no livro, mas também podem tentar resolver de outra forma. Pois, há sempre várias formas de resolver o mesmo projeto ou atividade. É desafia-los…


Disponível aqui                                                                  Disponível aqui

terça-feira, 23 de junho de 2020

Palestra: E@D. Desafio digitais, no Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior

A convite dos colegas do Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior que se encontra em processo de certificação no âmbito do sistema de garantia da qualidade com o Quadro EQAVET (Quadro de Referência Europeu de Garantia da Qualidade para o Ensino e a Formação Profissionais) , instituído pela Recomendação do Parlamento Europeu e do Conselho de 18 de junho de 2009, dinamizamos uma palestra para os professores do agrupamento sob o tema – E@D. Desafio digitais.


sábado, 20 de junho de 2020

Tutorial para criar um vídeo no biteable: Vídeo como recurso pedagógico


O vídeo é cada vez mais utilizado como recurso pedagógico e a sua utilização cresceu, exponencialmente, durante o período de ensino a distância (E@D). Um recurso que deve ser visto, como sendo mais uma opção válida, em contexto educativo. Pois, a preparação de uma aula ou de uma sessão de formação exige a integração de vários recursos, entre eles podemos considerar o vídeo. 

Moran (1995) apresenta algumas situações de uso de vídeos em aula, das quais destacamos:

Vídeo como sensibilização: para introduzir um novo assunto, despertar a curiosidade e motivar os alunos.

Vídeo como ilustração: como forma de apresentar cenários desconhecidos aos alunos.

Vídeo como simulação: para mostrar, por meio de simulação, processos químicos, por exemplo.

Vídeo como conteúdo de ensino: para informar sobre conteúdos específicos.

Vídeo como produção: registo do trabalho desenvolvido, intervenção ou expressão.

Sendo esta abordagem de 1995, as categorias de integração do vídeo continuam a fazer sentido  organizar-se, por estas dimensões, contudo acrescentava termos na categoria "Vídeo como conteúdo de ensino e aprendizagem" e alterava a última de "Vídeo como produção" para "Vídeo como criação". Porque a criatividade deve estar aliada à produção, bem como o ensino e a aprendizagem.
A seguir disponibilizo um tutorial para elaborar um vídeo no Biteable.




Referências bibliográficas:
MORAN, J. M., “O vídeo na sala de aula”. In Revista Comunicação & Educação. São Paulo, ECA-Ed. Moderna, [2]: 27 a 35, jan./abr. de 1995.

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Projeto: Telejornal da Escola Básica e Secundária de Santa Cruz


Participei no projeto Telejornal Digital da Escola Básica e Secundária da Santa Cruz

Com o tema - Terminei o 9.º ano. E agora? - 
Entrevista com Fernanda Ledesma - Presidente da Associação Nacional de Professores de Informática


quarta-feira, 13 de maio de 2020

Plataformas online, segurança e proteção,

Plataformas online, segurança e proteção, participação no artigo da no Educare.pt, 11 de maio de 2020
O ensino readaptou-se em pouco tempo. Escolas encerradas a 16 de março, ensino à distância nas duas semanas antes das férias da Páscoa. “Quando a pandemia surge e nos é exigido o confinamento, ninguém estava preparado para o que nos esperava. Contudo, há sempre escolas, pelos projetos e práticas que têm, que conseguem reorganizar-se rapidamente e com melhores condições”, refere ao EDUCARE.PT Fernanda Ledesma, presidente da Associação Nacional de Professores de Informática (ANPRI).
Houve escolas que reorganizaram imediatamente o serviço, aproveitando a sua autonomia, outras que aguardaram indicações da tutela que chegaram a 26 de março. “Enquanto isso, os professores entregues a si mesmo, desenrascavam-se, auto formavam-se, superavam-se como nunca pensaram conseguir”, observa Fernanda Ledesma. Em seu entender, o primeiro grande problema surge, logo à partida, porque a maior parte das escolas não dispunha ou não usava uma plataforma digital de aprendizagem, colaboração e comunicação. A presidente da ANPRI salienta essa questão porque considera que “é importante e mais seguro”, quer para professores, quer para alunos, “que a plataforma utilizada para o ensino online, seja a plataforma adotada pela escola”.
Fernanda Ledesma recua 10 anos para relembrar que, nessa altura, deram-se passos para que os agrupamentos escolares pudessem dispor de uma plataforma digital. “Não como ferramenta de ensino a distância, mas como extensão da sala de aula, como espaços de trabalho das equipas, direções de turma, formações internas, projetos, disponibilização de recursos online, entre outras finalidades”, destaca. Um movimento que, recorda, “deixou de ser alimentado, na última década, como quase tudo, no que se refere às tecnologias na educação”.
“Quando a escola decide e opta por uma plataforma tudo se torna mais seguro. Por um lado, professores e alunos estão a utilizar uma plataforma autorizada pela escola, logo o professor não está sozinho, há uma coresponsabilização de toda a ação desenvolvida. Por outro lado, podem estar a comunicar num ambiente digital mais controlado ou mesmo fechado, logo mais seguro”. A escola pode criar endereços de correio eletrónico institucionais para os alunos e professores, e pode também configurar esses emails de forma a que só possam ser utilizados entre utilizadores do mesmo domínio, o que significa que só podem enviar e receber mensagens de endereços da própria escola.
“Nas formações da disciplina de TIC, que inicia no 5.º ano, temos optado por propor aos alunos, logo no início do ano letivo, a criação de um avatar. Para além de desenvolverem a criatividade ao criar o avatar numa das inúmeras aplicações existentes, permite-nos abordar o direito à imagem e, por outro lado, levar os alunos a usá-lo nas várias plataformas e aplicações de comunicação e criação de conteúdos de forma a protegê-los, evitando a partilha de fotografias pessoais”.
Invasões virtuais
Há vários procedimentos que podem mitigar os problemas de segurança. “Mas é impossível garantir que não acontecem de todo, estas situações”, avisa Fernanda Ledesma. “A Internet reflete os valores daqueles que a construíram, dos que a usam e a modificam. Não é possível dissociar ações e valores do contexto real para o virtual. Os problemas que aconteceram e que acontecem no ambiente virtual são o espelho da indisciplina e de atitudes pouco adequadas que já aconteciam nas salas de aula”, refere.

domingo, 22 de dezembro de 2019

No Seminário Projeto Educativo Municipal de Prevenção e Redução do Abandono Escolar: Metodologias de Prevenção, no Barreiro


No dia 13 de dezembro, entre as 9h00 e as 16h30, a Escola Secundária de St. André, no Barreiro, realizou-se o I Seminário do Projeto Educativo Municipal de Prevenção e Redução do Abandono Escolar subordinado ao tema “Metodologias de Prevenção”.

O seminário contou com a presença de diversos convidados que refletem e decidem sobre as metodologias de prevenção, entre os quais estive presente a representar a ANPRI, enquanto parceira do Projeto Educativo Municipal de Prevenção e Redução do Abandono Escolar, no qual asseguramos as sessões de capacitação dos professores e também as sessões de programação e robótica.  
Nesta apresentação abordo várias questões, desde a formação de professores como modelo uniforme, pronto a vestir., igual para todos os professores aos objetivos do que se pretende desenvolver quando trabalhamos o pensamento computacional.


domingo, 15 de dezembro de 2019

O Pensamento Computacional

Nesta apresentação abordo os princípios e conceitos do pensamento computacional.
Para se perceber melhor e torna-lo mais prático utilizei as peças modeladas e impressas do Robot Anprino.





segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Miembro das Mulheres Lideres de las Américas

A partir de hoje, 7 de outubro de 2019, integro, oficialmente, como Miembro verificado Red Mujeres Lideres de las Americas da Fundación Ciencias de la Documentación


Obrigado! mais uma missão para representar, que farei com o mesmo empenho de sempre.


Já tenho um carnet oficial e é cor de rosa. 

Disponível aqui 


domingo, 28 de julho de 2019

Diversidade & Inclusão em Engenharia: Desafios das Instituições Educativas


A convite da comissão executiva IEEE Portugal Section, fiz uma comunicação sobre a as meninas e a engenharia e também integrei a mesa redonda intitulada por “Diversity & Inclusion in Engineering: Challenges of Education Institutions”, que decorreu na FEUP no dia 27 de Julho de 2019.

Esta sessão fazia parte do evento IEEE WIE ILS – Women in Engineering International Leadership Summit, http://wieils.ieee-pt.org, cujo é objetivo é lançar o diálogo sobre os desafios da educação para a engenharia.

Apresentação

sábado, 8 de dezembro de 2018

Como criar um hangout em direto no youtube


O Google Hangouts é uma plataforma de mensagens instantâneas e chat de vídeo do Google.

Há dois tipos de Hangouts: Hangouts e Hangouts diretos.

A primeira (Hangouts) é uma plataforma para fazer vídeo-chamadas privadas que pode ser utilizada para realizar reuniões online, trabalho colaborativo, entre outras funções.  Podem aceder mais ou menos até dez participantes.

O Hangouts diretos permite fazer vídeo conferências em direto (tempo real), através do youtube, ficando, imediatamente, disponível a gravação no seu canal do youtube e no Google+. Permite, simultaneamente interagir através do chat com os participantes. Neste caso não há limite de participantes.  

O Hangouts pode ser sincronizado, automaticamente, em todos os dispositivos. Se iniciar um Hangout num computador, pode continuar a conversar no chat noutro dispositivo, como o telemóvel ou tablet.

Notas:
 Existem várias formas de iniciar um hangout, pelo que a seguinte é apenas uma das possibilidades.
Este tutorial tem prazo de validade, pois o youtube tem agendada nova versão para 2019.