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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Tweet, tweet e retweet, porque não? porque sim, na biblioteca?

“Social Média is like teen sex. Everyone wants do it, nobody knows how. When it’s finally done, there is a surprise it’s not better".


Uma provocação para começar esta reflexão… tweet, tweet e retweet, porque não? porque sim, na biblioteca? Sem experimentar durante algum tempo não saberemos da sua utilidade. 

No twitter podemos divulgar as atividades que fazemos e informação útil, também partilhar emoções, notícias, perguntas, etc ... o twitter é uma ferramenta maleável, é na simplicidade e na flexibilidade que está a chave para o seu sucesso. Projetado inicialmente para a comunicação, principalmente móvel, hoje é um significativo potencial de viralidade e divulgação. Fornece diversidade, fluidez, o pensamento livre, mas também serve objetivos práticos. Cabe ao professor bibliotecário e à sua equipa definir que objetivos pretende atingir e se o uso desta ferramenta faz sentido para a sua biblioteca. 

Cabe, a cada um nós seguir quem tem objetivos comuns e criar "relações de valor" na rede. Com quem aprendemos, com quem podemos dialogar e partilhar. Enquanto professora bibliotecária, ainda "menina", porque exerço esta função há cerca de 1 ano, tenho aprendido muito na rede, com a partilha de outras bibliotecas e profissionais ligados às bibliotecas. Vejo ideias, projetos e partilhas, adapto-as ao meu contexto. Também tenho algum feedback de colegas, que vão (re)adaptando algumas ideias e projetos que faço. Então, podemos dizer que neste “bazar de loucos” aprendemos uns com os outros. 

Nada me obriga a seguir quem não pretendo, com o tempo aprendemos a gerir melhor essa situação ou então, deixamos de seguir.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

O Twitter e o "Post it amarelo"


EU, a pessoa; EU, a profissional caí na rede. Por isso vou imaginar que me deitei no tal divã do psicólogo, fechar os olhos  e… tentar definir o que é para mim o twitter.

Gosto de fazer esta comparação - Hoje, a “rede” é um grande palco ao qual é fácil chegar, mas no qual é preciso saber ser e estar, pois a rede reflete todos os valores advindos daqueles que a construíram, dos que a usam e a modificam.

Compararia o twitter a um “post it note amarelo", no qual podemos escrever pouco, mas que usamos para deixar um recado, fazer lembretes, colocar uma ideia.

Quantas vezes dessa ideia, escrita em poucas palavras, num “post it amarelo” surgiram bons e valiosos projetos?
Muitas, assim é o twitter, escrevemos pouco, mas chega a muitos. Temos de ser breves, ser originais, usar palavras-chave/certas para a nossa audiência entender.

A rede na qual me centro mais é o facebook. O Twitter alimento-o/rentabilizo-o (re)publicando dos restantes sítios que tenho na web.
  • Se publicar no blogue, com o shareaholic, cada mensagem/post (re)publica para o twitter, facebook, linkedin e google +.
  • Se estiver a fazer curadoria no scoop it, em cada novo scoop, também replica para o facebook, twitter e linkedin.
  • O facebook está ligado ao twitter.
As vantagens, a meu ver, são as redes que se criam e que em alguns casos se tornam efetivas, na partilha e na colaboração. 
Para as bibliotecas poderem divulgar as suas atividades para lá dos muros é muito bom. Afirmaria ainda, que o retorno da rede no meu percurso profissional, no âmbito de convites de participações, comunicações, equipas de investigação tem sido profícuo, mas são certamente consequências da minha “representação” na rede, enquanto "Eu, pessoa, Eu profissional ( a professora, a bibliotecária, a investigadora, a comunicadora e a especialista nas TIC)".
Ligar os computadores é um trabalho.
Ligar pessoas é uma arte.
Eckart Wintzen