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sábado, 11 de julho de 2020

Porquê aprender a programar?

A aprendizagem de conceitos relacionados com a programação é, hoje em dia, muito importante. Não apenas porque ser programador é uma profissão com boas perspetivas de emprego, mas principalmente porque permite desenvolver diversas competências, tais como:

  • Raciocínio lógico
  • Resolução de problemas
  • Sentido crítico
  • Criatividade

Existem várias linguagens de programação por blocos, que foram desenvolvidas, especialmente, a pensar em miúdos que dão os primeiros passos na programação.

Uma dessas linguagens é o Scratch, sobre o qual estes livros contém várias atividades e projetos. 

Pretende-se que se aprenda a programar e a criar aplicações, como jogos ou histórias interativas, que vão ao encontro dos conteúdos e temas que os alunos aprendem nas aulas de matemática, estudo do meio, português e outros temas, consolidando conceitos e temáticas. É também uma forma de iniciação e de aprendizagem dos conceitos nesta área, para o caso de, mais tarde, quererem aprender linguagens de programação mais avançadas.

Em programação não há soluções únicas, por isso as atividades e projetos podem ser resolvidas como estão no livro, mas também podem tentar resolver de outra forma. Pois, há sempre várias formas de resolver o mesmo projeto ou atividade. É desafia-los…


Disponível aqui                                                                  Disponível aqui

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Pokemon Go, o sedentarismo e a demonização das tecnologias ou talvez não…

Pokemon Go!
Durante anos, as tecnologias foram as grandes culpadas pela vida sedentária, com a qual as gerações mais novas se acomodaram. Sentindo-se, por isso, uma espécie de “demonização” das tecnologias no ar, em muitos locais, nos quais se discutia o assunto.
O ser humano sempre foi criativo quando se trata de desculpas, para justificar as mais diversas situações, por mais caricatas que elas sejam. 
Não são as tecnologias que levam os jovens e crianças à passividade, mas sim a falta de tempo dos pais para estarem com elas, comprando-lhe presentes para as recompensar, entretendo-as com a tecnologias. A acrescer da falta de regras no uso das mesmas. Quando falo da falta regras refiro-me, apenas, à imposição de limites, não regras de segurança e de utilização, pois é outro problema, que dará pano para muitos estudos. 

Curioso é que agora assistimos ao processo inverso, são as tecnologias que estão a trazer as crianças e jovens, de novo, para a rua. Fazendo breves pesquisas podemos encontrar artigos como este da Visão “O poderoso post de uma mãe que vê o filho desafiar o autismo graças ao Pokémon Go” nos quais se relatam casos de socialização graças ao jogo da Nintendo que abriu a caça aos pokémons, um pouco por todo o mundo.

Na realidade este é um sentimento, embora mais controlado, um pouco partilhado, pelos participantes no projeto de programação no 1º ciclo e também na robótica. Os resultados mostram que os alunos estão felizes, neste projeto. Concluímos então, que a evolução das tecnologias que levaram os alunos das gerações mais novas ao sedentarismo, estão agora a traze-los de volta para a rua, no caso do projeto em contexto educativo a “aprender programando”, a “aprender fazendo” e a “aprender brincando” no bom sentido da expressão.