quarta-feira, 6 de abril de 2016

Genuino Day

No dia 2 de abril comemorou-se o Genuino Day em todo mundo, mas também em Portugal.

Participei pela ANPRI  no Genuino day em Lisboa, que decorreu nas instalações da Microsoft, na Expo. Fiz uma talk  sobre Educar e Transformar com Arduino e Programação que disponibilizo a seguir.
Esta presentação contém um pouco sobre o percurso até agora, o papel da ANPRI na formação de professores,  workshops de alunos e por fim a descrição de alguns projetos  realizados em arduino que podem ser muito úteis a quem pretenda fazer alguns projetos.



Não sou expert nesta área, apenas a president@ que incentiva os  formadores e professores mais experts e a rapariga das ideias (idiota em ebolição).

Nos últimos tempos foram alterando o nome de arduino para genuino, veremos o que acontece, pois é um problema recorrente nos projetos open. Esperemos que tudo continue compatível , pois já mexe muito por aqui e queremos continuar...

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

COIED dia 9 - “Era uma vez…”, relato escrito a várias mãos




Adorei este relato ... saliento esta parte

Caro(a) Fernanda Ledesma,

COIED dia 9 - “Era uma vez…”, relato escrito a várias mãos.

As palavras de Gláucia Lemos, no seu livro “As aventuras do marujo verde”, chegaram ao chat da COIED conduzidas pelas mãos de dois participantes da conferência. E porque não alterarmos o desenrolar da história? “Pode sair daqui o relato de hoje” e “faz-se já a síntese”, desafiou a comissão organizadora. A síntese não se fez no fim desse dia, mas saiu qualquer coisa nos dias seguintes…

“Era uma vez um papagaio que vivia preso a um barco e a um dono beberrão e solitário. Vivia entre paredes, viajando pelo mundo sem do mundo nada conhecer. Até que um dia... se deu um desastre, o seu lar afundou-se e desapareceu o ombro onde pousava.” (As aventuras do marujo verde).

“Então, surgiu uma luz que deu uma nova vida ao papagaio. No Kodu encontrou um novo lar...
… O papagaio “decidiu regressar antes de "furarem" a ilha!...”

Kodu?! O que é isso? Poderão perguntar alguns. Fernanda Ledesma tinha acabado de fazer viajar os presentes até à “programação em Kodu como instrumento de aprendizagem”. Seria justo excluirmos o nosso papagaio? Claro que era preciso levá-lo a descobrir esse maravilhoso mundo da criatividade. Com esta linguagem de programação visual pretende-se que o aluno deixe de ser mero consumidor para se transformar em criador/produtor. É preciso não esquecer que, mais importante do que falarmos sobre TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) interessa que passemos às TAC (Tecnologias da Aprendizagem e do Conhecimento). E que tal darmos uma espreitadela pelo workshop da Fernanda Ledesma (http://pt.slideshare.net/…/programao-em-kodu-como-instrumen…) e aprendermos a trabalhar com o Kodu Game Lab?
a minha apresentação

domingo, 25 de outubro de 2015

O Projeto Digicl@sse

A sessão de apresentação e preparação do acompanhamento/avaliação, da implementação do projeto Digicl@asse, decorreu no dia 22 de outubro, no Agrupamento de Escolas Mário Beirão. Este projeto tem como objetivo a integração de tablets, nº 1º ciclo, para além de Setúbal, desta vez também em Beja.

Pelo segundo ano, em representação da ANPRI, é com prazer que participarei no acompanhamento do Projeto Digicl@asse que é dinamizado pela Edugep, apoiado por vários parceiros, entre os quais a ANPRI, promovendo a integração de tablets no 1º ciclo, desde da formação até à sala de aula.
Apresentação




terça-feira, 7 de julho de 2015

Parece que a partir de hoje, sou uma mulher modelo da ITU Girls in ICT

Não é que aos 44 anos e do alto do pouco mais de 1,50 m acabo de me tornar modelo internacional… da  International Telecommunication Union (ITU) Girls in ICT.  
Claro! Só podia no meu dicionário, que sofre de Jet lag avançado, o trabalho continua a vir em primeiro lugar. Amanhã continuarei a levantar-me cedo e a ir para a escola a melgar tudo e todos. Mas com mais uma missão e responsabilidades acrescidas que não me permitem fazer muitas asneiras.
Pronto estou aqui! De coração apertado e orgulhosamente portuguesa .

Profiles of women role models

Girls in ICT é uma iniciativa da União Internacional de Telecomunicações (ITU)  sendo um esforço global para aumentar a sensibilização para capacitar e incentivar as jovens e as mulheres jovens a considerar estudos e carreiras em Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC).

Esta seção serve para inspirar meninas e mulheres jovens e abrir os olhos sobre as várias possibilidades que as TIC podem oferecer. Os utilizadores encontrarão informações sobre a gama de carreiras emocionantes nas TIC, bem como perfis de mulheres bem-sucedidas para servir como modelos e inspirar uma nova geração de mulheres nas TIC.



quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Dia Europeu da Proteção de Dados, um assunto que nos deve preocupar

Dia 28 de janeiro comemora-se o Dia Europeu da Proteção de Dados questão que exige cada vez mais atenção, à medida de que internet evolui e se instala no nosso dia-a-dia. Não podemos continuar a fazer de conta que a internet não está por aí. Educar para este mundo é como educar para a cidadania, é necessário educar para esta forma de ser e estar neste mundo digital.

Diz-se que estamos a entrar na era da internet das coisas, em cada objeto que usamos a internet já está integrada. 
Precisamos de refletir sobre estes assuntos, pois se nós adultos fazemos a distinção entre a vida real e a virtual, para os nossos alunos não há essa distinção, faz tudo parte da vida deles, passam do real para o virtual e do virtual para o real como se de uma dimensão apenas se tratasse. Naturalmente para eles não há essa divisão, senão vejamos as discussões que têm nas escolas, continuam-nas na rede, estudam e partilham as dúvidas na rede como se ninguém estivesse a observar. A forma como usam as redes soacias nas suas relações e muitos outros exemplos poderíamos dar...

Considero que é necessário olhar seriamente para estas questões, assim deixo aqui alguns documentos que podem ser usados para trabalhar esta temática.

Manual de Legislação Europeia sobre proteção de dados, disponível no website da Comissão Nacional de Proteção de dados (CPND).

Tratamento de Dados Pessoais em Portugal - Breve Guia Prático publicado pela Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade de Informação (APDSI)

Brochura - Assume o Controlo dos teus dados pessoais da União Europeia, com design bastante atraente para trabalhar com alunos.


quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Mapas de conceitos em contexto pedagógico

Os mapas de conceitos, na educação, têm a sua origem no movimento da teoria da aprendizagem significativa de Ausubel, mas foram usados pela primeira vez por Joseph D. Novak, em 1960, para quem o mapa conceptual pode ser simultaneamente:
  • um recurso de auto-aprendizagem ao dispor dos alunos ( e não só); 
  • um método para encontrar e explicitar significado para os materiais de estudo; 
  • uma estratégia que estimula a organização dos materiais de estudo. 
No que refere às aplicações digitais também há algumas que pela forma gráfica como nos apresentam os resultados, assumem ter como objetivo construir mapas de conceitos.
Segundo Novak e Cañas, Mapas Conceituais são ferramentas gráficas que visam organizar e representar o conhecimento. São uma representação gráfica em duas ou mais dimensões de um conjunto de conceitos construídos de tal forma que as relações, entre eles, sejam evidentes.

Ora, há alguns anos fiz um mapa de conceitos com ligações às aplicações digitais que uso, nas quais construí algum recurso ou experimentei no âmbito de um projeto, hoje muito incompleto pela falta de tempo para o atualizar.
O meu mapa de aplicações digitais, elaborado em mindomo, pode ser consultado em baixo, demonstra uma ideia de mapa de conceitos apresentada graficamente.

Mas as aplicações digitais para construir mapas de conceitos podem ser integradas em contexto educativo como instrumento pedagógico, utilizando conceitos, imagens, vídeo, ficheiros, links/urls, notas, enfim é uma forma agradável de organizar informação, em qualquer disciplina, sobre qualquer tema pertinente. 

Este ano o tema agregador das Bibliotecas Escolares também é o Mapa de Conceitos.

Fontes de informação:

Junto o meu PLE em formato de Mapa de Conceitos elaborado na ferramenta Mindomo.
Make your own mind maps with Mindomo.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Superar-me foi a palavra-chave em 2014

Ano 2014 foi o ano em que me esforcei consecutivamente para superar o que já tinha feito anteriormente. Foi um autentico virote tal, que publiquei várias vezes este poema  

Viro? Me viro!
"Não sei se viro menina, se viro mãe, se viro todas.
Se viro artista, se viro vento ou viajante.
Viro santa ou viro doida.
Quem sabe viro onça, viro a mesa, viro o jogo, viro a página, viro a vida do avesso e viro outras.
Sim, eu me viro."

Aceitei muitos e grandes desafios, fui mãe, professora, presidente, formadora, coautora de manuais, professora bibliotecária, escrevi e publiquei artigos, fiz comunicações sem fim, em cada um deles preparei-me, pesquisei, analisei os dados, estudei a lição, argumentei, lutei pelos objetivos e por representar bem cada um deles, tentei superar-me e muitas vezes superei-me. Apesar da crise foi um ano repleto de tudo um pouco. 

Para 2015 desejo saúde e trabalho, salpidados com uns pozinhos de sorte e perseverança para que possamos ser construtores e protagonistas do nosso próprio caminho. São os ingredientes, que a meu ver, nos permitirão levar a ponto de rebuçado os nossos projetos pessoais e os projetos e missões que nos confiaram. 


Obrigado a todos os que me ajudaram a construir o ano de 2014.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

(In)vocações do Ensino Vocacional na revista AlmadaForma

 (In)vocações do Ensino Vocacional é o título do artigo sobre o ensino vocacional, que escrevi no desempenho das minhas funções na Associação Nacional de Professores de Informática(ANPRI) publicado na revista nº 8 – AlmadaForma da páginas 7 à 10.

Neste artigo fala sobre o processo de implementação do ensino dual, contém uma síntese dos normativos que regulamentam esta via profissionalizante, tem uma comparação, não exaustiva, com os cursos de educação e formação, a divulgação de alguns resultados de questionário aplicado em janeiro de 2014, por fim referem-se algumas mais-valias e constrangimentos, bem como inquietações.



segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Hour of Code

Hour of Code em Portugal e os posters em Português



sábado, 15 de novembro de 2014

Participação no estudo “A Gestão Documental, na Governança da Informação”

No dia 11 de novembro, no auditório da Torre do Tombo, foi apresentado o estudo “A Gestão Documental, na Governança da Informação” realizado grupo de trabalho de informação documental da Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI), do qual faço parte, enquanto representante da ANPRI. O estudo foi apresentado durante Conferência “Gestão Documental e Governança da Informação – O Debate Necessário”.
Conheça melhor a equipa.
Ficha técnica
Coordenação:
Rafael António, Luísa Proença.
Textos:
António Monteiro (ADP), Beatriz Guimarães (QUIDGEST), Élvio Meneses (APDSI), Fernanda Ledesma (ANPRI), Hugo Nunes (ACCENTURE),  João Henriques (QUIDGEST), Licínio Pereira (CEJ), Luis Vidigal (APDSI), Luísa Proença (PJ), Nuno Serra (UNISYS), Paulo Marrecas Ferreira (GDDC da PGR), Pedro Moutinho (NOVABASE), Rafael António (APDSI), Sérgio Ferreira (MOREDATA).

Este estudo está organizado em três subtemas:
  •  Gestão Documental
  •  Gestão por Processos de Negócio
  •  Preservação Digital

Foi uma honra integrar esta equipa, nomeadamente na parte que me inquieta - da preservação digital, da qual saliento citação seguinte.

Os novos ambientes digitais são propícios a que subsista sempre um risco óbvio – constituírem o buraco negro do século 20 na recolha digital do conhecimento.
Frase proferida em 2005 pela Comissária Europeia Viviane Reding, continuará atual enquanto não forem estabelecidos os mecanismos que garantam o acesso continuado e de longo prazo aos objectos digitais.


Falando um pouco do modelo de referência Open Archival Information System (OAIS)


Esquema conceptual para um sistema de arquivo para preservação e manutenção de informação digital por longo prazo. Trata-se do modelo de referência Open Archival Information System (OAIS) ou em português Sistema Aberto para Arquivo de Informação (SAAI).
Este modelo é uma norma ISO com o nº 14721 de 2002 que descreve um enquadramento conceptual para um repositório digital genérico, aberto a todas as comunidades, com garantias de confiabilidade.
O modelo OAIS funciona num ambiente constituído pela interação de produtores, utilizadores, gestão e o arquivo em si mesmo.


Os Produtores fornecem a informação a ser preservada. Os Utilizadores, também definidos em alguma da literatura da área como Consumidores, usam a informação preservada, entre os Utilizadores há um grupo mais especializado que é o chamado – grupo-alvo. O grupo-alvo é o subconjunto de Utilizadores que deve entender a informação preservada. A Gestão é a entidade responsável pelo estabelecimento das políticas gerais do arquivo.
As responsabilidades que um arquivo tipo OAIS deve cumprir são as seguintes: 
  • negociar e aceitar informação adequada de produtores de informação;
  • manter o efetivo controle da informação para garantir a preservação por longo prazo;
  • determinar, por si mesmo ou em conjunto com outros parceiros, que comunidades devem tornar-se grupo-alvo e, portanto, devem ser capazes de entender a informação fornecida;
  • tornar a informação preservada disponível para o público-alvo;
  • garantir que a informação disponível  seja compreensível para o público-alvo sem o auxílio dos produtores de informação;
  • seguir políticas e procedimentos documentados garantindo que a informação seja preservada  e possibilitando que a mesma seja disseminada como cópias autênticas do original.

domingo, 2 de novembro de 2014

Projeto DigiCl@asse

Projeto DigiCl@asse - integração de tablets no ensino básico no Agrupamento de Escolas Luísa Todi e Agrupamento de Escolas Du Bocage. 
O Projeto é giro, mas não podia deixar de lançar umas provocações e uns desafios com a comunicação "mlearning:Integrar ou proibir?"






domingo, 19 de outubro de 2014

No Evento da CodeWeek 2014, dinamizado pela DGE/ERTE

No dia 15 de outubro participei no evento no âmbito da Codeweek “Semana Europeia da programação: Enquadramentos e desafios”, organizado pela Direção-Geral da Educação (DGE), através da Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE), na Escola Secundária António Damásio, em Lisboa.

A minha participação foi enquanto Presidente da ANPRI, apresentando a comunicação “Introdução à programação no ensino básico”  que tem como suporte a apresentação, em baixo, sobre a qual disse essencialmente o que me ia na alma. Quando representamos algo que nos faz feliz, neste caso, o meu trabalho enquanto professora também, é fácil dizer o que sentimos, ainda que a responsabilidade de representar um grupo de professores seja enorme.