quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Mapas de conceitos em contexto pedagógico

Os mapas de conceitos, na educação, têm a sua origem no movimento da teoria da aprendizagem significativa de Ausubel, mas foram usados pela primeira vez por Joseph D. Novak, em 1960, para quem o mapa conceptual pode ser simultaneamente:
  • um recurso de auto-aprendizagem ao dispor dos alunos ( e não só); 
  • um método para encontrar e explicitar significado para os materiais de estudo; 
  • uma estratégia que estimula a organização dos materiais de estudo. 
No que refere às aplicações digitais também há algumas que pela forma gráfica como nos apresentam os resultados, assumem ter como objetivo construir mapas de conceitos.
Segundo Novak e Cañas, Mapas Conceituais são ferramentas gráficas que visam organizar e representar o conhecimento. São uma representação gráfica em duas ou mais dimensões de um conjunto de conceitos construídos de tal forma que as relações, entre eles, sejam evidentes.

Ora, há alguns anos fiz um mapa de conceitos com ligações às aplicações digitais que uso, nas quais construí algum recurso ou experimentei no âmbito de um projeto, hoje muito incompleto pela falta de tempo para o atualizar.
O meu mapa de aplicações digitais, elaborado em mindomo, pode ser consultado em baixo, demonstra uma ideia de mapa de conceitos apresentada graficamente.

Mas as aplicações digitais para construir mapas de conceitos podem ser integradas em contexto educativo como instrumento pedagógico, utilizando conceitos, imagens, vídeo, ficheiros, links/urls, notas, enfim é uma forma agradável de organizar informação, em qualquer disciplina, sobre qualquer tema pertinente. 

Este ano o tema agregador das Bibliotecas Escolares também é o Mapa de Conceitos.

Fontes de informação:

Junto o meu PLE em formato de Mapa de Conceitos elaborado na ferramenta Mindomo.
Make your own mind maps with Mindomo.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Superar-me foi a palavra-chave em 2014

Ano 2014 foi o ano em que me esforcei consecutivamente para superar o que já tinha feito anteriormente. Foi um autentico virote tal, que publiquei várias vezes este poema  

Viro? Me viro!
"Não sei se viro menina, se viro mãe, se viro todas.
Se viro artista, se viro vento ou viajante.
Viro santa ou viro doida.
Quem sabe viro onça, viro a mesa, viro o jogo, viro a página, viro a vida do avesso e viro outras.
Sim, eu me viro."

Aceitei muitos e grandes desafios, fui mãe, professora, presidente, formadora, coautora de manuais, professora bibliotecária, escrevi e publiquei artigos, fiz comunicações sem fim, em cada um deles preparei-me, pesquisei, analisei os dados, estudei a lição, argumentei, lutei pelos objetivos e por representar bem cada um deles, tentei superar-me e muitas vezes superei-me. Apesar da crise foi um ano repleto de tudo um pouco. 

Para 2015 desejo saúde e trabalho, salpidados com uns pozinhos de sorte e perseverança para que possamos ser construtores e protagonistas do nosso próprio caminho. São os ingredientes, que a meu ver, nos permitirão levar a ponto de rebuçado os nossos projetos pessoais e os projetos e missões que nos confiaram. 


Obrigado a todos os que me ajudaram a construir o ano de 2014.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

(In)vocações do Ensino Vocacional na revista AlmadaForma

 (In)vocações do Ensino Vocacional é o título do artigo sobre o ensino vocacional, que escrevi no desempenho das minhas funções na Associação Nacional de Professores de Informática(ANPRI) publicado na revista nº 8 – AlmadaForma da páginas 7 à 10.

Neste artigo fala sobre o processo de implementação do ensino dual, contém uma síntese dos normativos que regulamentam esta via profissionalizante, tem uma comparação, não exaustiva, com os cursos de educação e formação, a divulgação de alguns resultados de questionário aplicado em janeiro de 2014, por fim referem-se algumas mais-valias e constrangimentos, bem como inquietações.



segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Hour of Code

Hour of Code em Portugal e os posters em Português



sábado, 15 de novembro de 2014

Participação no estudo “A Gestão Documental, na Governança da Informação”

No dia 11 de novembro, no auditório da Torre do Tombo, foi apresentado o estudo “A Gestão Documental, na Governança da Informação” realizado grupo de trabalho de informação documental da Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI), do qual faço parte, enquanto representante da ANPRI. O estudo foi apresentado durante Conferência “Gestão Documental e Governança da Informação – O Debate Necessário”.
Conheça melhor a equipa.
Ficha técnica
Coordenação:
Rafael António, Luísa Proença.
Textos:
António Monteiro (ADP), Beatriz Guimarães (QUIDGEST), Élvio Meneses (APDSI), Fernanda Ledesma (ANPRI), Hugo Nunes (ACCENTURE),  João Henriques (QUIDGEST), Licínio Pereira (CEJ), Luis Vidigal (APDSI), Luísa Proença (PJ), Nuno Serra (UNISYS), Paulo Marrecas Ferreira (GDDC da PGR), Pedro Moutinho (NOVABASE), Rafael António (APDSI), Sérgio Ferreira (MOREDATA).

Este estudo está organizado em três subtemas:
  •  Gestão Documental
  •  Gestão por Processos de Negócio
  •  Preservação Digital

Foi uma honra integrar esta equipa, nomeadamente na parte que me inquieta - da preservação digital, da qual saliento citação seguinte.

Os novos ambientes digitais são propícios a que subsista sempre um risco óbvio – constituírem o buraco negro do século 20 na recolha digital do conhecimento.
Frase proferida em 2005 pela Comissária Europeia Viviane Reding, continuará atual enquanto não forem estabelecidos os mecanismos que garantam o acesso continuado e de longo prazo aos objectos digitais.


Falando um pouco do modelo de referência Open Archival Information System (OAIS)


Esquema conceptual para um sistema de arquivo para preservação e manutenção de informação digital por longo prazo. Trata-se do modelo de referência Open Archival Information System (OAIS) ou em português Sistema Aberto para Arquivo de Informação (SAAI).
Este modelo é uma norma ISO com o nº 14721 de 2002 que descreve um enquadramento conceptual para um repositório digital genérico, aberto a todas as comunidades, com garantias de confiabilidade.
O modelo OAIS funciona num ambiente constituído pela interação de produtores, utilizadores, gestão e o arquivo em si mesmo.


Os Produtores fornecem a informação a ser preservada. Os Utilizadores, também definidos em alguma da literatura da área como Consumidores, usam a informação preservada, entre os Utilizadores há um grupo mais especializado que é o chamado – grupo-alvo. O grupo-alvo é o subconjunto de Utilizadores que deve entender a informação preservada. A Gestão é a entidade responsável pelo estabelecimento das políticas gerais do arquivo.
As responsabilidades que um arquivo tipo OAIS deve cumprir são as seguintes: 
  • negociar e aceitar informação adequada de produtores de informação;
  • manter o efetivo controle da informação para garantir a preservação por longo prazo;
  • determinar, por si mesmo ou em conjunto com outros parceiros, que comunidades devem tornar-se grupo-alvo e, portanto, devem ser capazes de entender a informação fornecida;
  • tornar a informação preservada disponível para o público-alvo;
  • garantir que a informação disponível  seja compreensível para o público-alvo sem o auxílio dos produtores de informação;
  • seguir políticas e procedimentos documentados garantindo que a informação seja preservada  e possibilitando que a mesma seja disseminada como cópias autênticas do original.

domingo, 2 de novembro de 2014

Projeto DigiCl@asse

Projeto DigiCl@asse - integração de tablets no ensino básico no Agrupamento de Escolas Luísa Todi e Agrupamento de Escolas Du Bocage. 
O Projeto é giro, mas não podia deixar de lançar umas provocações e uns desafios com a comunicação "mlearning:Integrar ou proibir?"






domingo, 19 de outubro de 2014

No Evento da CodeWeek 2014, dinamizado pela DGE/ERTE

No dia 15 de outubro participei no evento no âmbito da Codeweek “Semana Europeia da programação: Enquadramentos e desafios”, organizado pela Direção-Geral da Educação (DGE), através da Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE), na Escola Secundária António Damásio, em Lisboa.

A minha participação foi enquanto Presidente da ANPRI, apresentando a comunicação “Introdução à programação no ensino básico”  que tem como suporte a apresentação, em baixo, sobre a qual disse essencialmente o que me ia na alma. Quando representamos algo que nos faz feliz, neste caso, o meu trabalho enquanto professora também, é fácil dizer o que sentimos, ainda que a responsabilidade de representar um grupo de professores seja enorme.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Ebook de Acrósticos sobre Segurança na Internet

Ao organizarmos a semana da Internet Mais Segura na Escola Secundária D. João II, verificamos que a mesma coincidia com a troca de turmas, que funcionavam em regime semestral. Assim, o tempo disponível, que as turmas que tinham a disciplina de TIC no 2º semestre também pudessem participar nas atividades desta semana, era muito pouco.
Por isso, pensamos numa atividade de curta duração, de modo a proporcionar a sua participação. Resolvermos propor-lhe a elaboração de um acróstico com base na expressão “Segurança na Internet”. O Acróstico foi desenvolvido numa apresentação multimédia e configurada de acordo com o gosto de cada aluno/grupo.

O ebook, que agora disponibilizamos, resulta da compilação de todos os acrósticos elaborados, dos quais se manteve a formatação de texto e as cores utilizadas pelos alunos.

domingo, 17 de agosto de 2014

Sabia que pode incorporar uma publicação do FaceBook no seu blogue/site

É tão simples... vamos a isso em 2 passos

1º No canto superior direito de uma publicação clicamos no símbolo existente, surge então uma janela de atalho, na qual escolhemos a opção "incorporar publicação". 

2º surge uma janela pop up na qual apenas temos que copiar, pois o código necessário já está selecionado.

Pronto, agora proceda como faz habitualmente no seu blogue e/ou website colando o código numa caíxa própria para html ou incluído numa publicação em modo html.

Curiosidade:
Esta publicação pode ser consultada mesmo por quem não tem conta no facebook, no entanto apenas terá acesso a esta publicação.

Resultado:




sábado, 5 de julho de 2014

Comunicação E-leituras “Nos passos de Magalhães” no TIC@Portugal

Participei com a colega Ana Sancho e as alunas Ana Duarte e Ana Machado (11º B e C) da Escola Secundária D. João II no evento TIC@Portugal, na Escola Superior de Educação de Setúbal com a comunicação - E-leituras “Nos passos de Magalhães”.

Projeto de leitura colaborativa em ambientes digitais, baseado  no livro “Nos passos de Magalhães”, utilizando metodologia Google Lit Trips  de Jerone Burg  e outros recursos da Web 2.0 .
Os alunos do 10º Ano, turmas B e C, da Escola Secundária D. João II, leram, investigaram e realizaram trabalhos sobre o livro (com o apoio da professora de Português e da Coordenadora da Biblioteca Escolar). Usaram diferentes suportes digitais para a apresentação dos mesmos.

Apresentamos os que reconstituem as duas viagens:
• A de Magalhães, por mar, de descobertas e demonstrações (a terra é mesmo redonda).
• A de Cadilhe que, “nos seus passos” e durante 30 semanas, andou por 15 países e 3 oceanos.

No wiki (http://nospassosdemagalhaes.pbworks.com/) encontram-se os restantes trabalhos, podendo ser acompanhadas algumas fases da realização dos mesmos.


domingo, 22 de junho de 2014

5 Dicas sobre a importância das cores de um site

Ao planear um site, a cor que escolhemos para a composição gráfica desempenha um papel essencial. As cores do site, a par do conteúdo e da usabilidade são factores determinantes para o publico-alvo a que pretendemos chegar.

É importante conhecer o público para o qual estamos a elaborar o site, para se tomar a decisão certa, no que diz respeito à cor do design do site.

Algumas dicas:

1. É frequente associarem-se as cores a sensações. Por isso os designers usam as cores conforme os objetivos, pois as cores provocam emoções diferentes aos utilizadores.

2. As cores podem também atribuir identidade à informação, quando organizada por categorias. Nomeadamente se tivermos um site grande ou com informação diversificada, que possa ser organizada por categorias. Esta organização pode fazer com que o design seja mais eficiente, fácil de entender e fácil de navegar.

3. O uso inadequado de cor, pode trazer problemas. É necessário ter em conta os hábitos culturais de cada país, geralmente associados a cores. Há países nos quais o uso de determinadas cores, que carregam significados de peso, por via dos hábitos culturais, pode ser ofensiva. Assim sendo, é um factor que devemos respeitar.

4. O uso excessivo de cores cria confusão. O ideal é ter uma cor predominante (de fundo) e outra  para contraste

5. O daltonismo afeta cerca de 10% da população masculina. Factor a ponderar quando escolhemos as cores de contraste, no que concerne a este factor o contraste deve ser forte.

Consulte infografia seguinte, para saber mais sobre o significado das cores.


terça-feira, 10 de junho de 2014

Relatório Global da Internet 2014

Este mapa mostra-nos o relatório global de penetração da internet nos diferentes países, no qual Portugal se encontra no 47º lugar, com uma penetração de 64%, referindo-se que há uma aumento de utilizadores de 8,7%.
Dados recolhidos do "Global Internet Report 2014: Open and Sustainable Access for All