sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Nomeação em Diário da República

O meu diretor enviou a minha nomeação para publicação em Diário da República, não sei se era necessário, mas pronto assim não posso fugir :)

Aviso n.º 10710/2013 -  Diário da República, 2.ª série — N.º 167 — 30 de agosto de 2013 

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Seminário: Partilha de boas práticas e experiências em Informática Educacional - Rio Maior

Seminário: Partilha de boas práticas e experiências em Informática Educacional decorrerá nos dias 4 e 5 de julho, na Escola Secundária Dr. Augusto César da Silva Ferreira, Rio Maior. Informação no website do Centro de Formação Lezíria Oeste http://nonio.ese.ipsantarem.pt/cfaeleziriaoeste/

Este seminário dirige-se aos docentes do ensino básico e secundário que utilizam as tecnologias em contexto educativo ou no desempenho das suas funções, tendo como propósito proporcionar a partilha de experiências implementadas na área da informática educacional.

Sabe tão bem ver os projetos voar... é já o 8 Seminário: Partilha de boas práticas e experiências em Informática Educacional mais conhecido por G550.

Curso de formação : 15 h / 0,6 créditos

Inscrições: http://nonio.ese.ipsantarem.pt/cfaeleziriaoeste/
Programa atualizado





sábado, 6 de julho de 2013

TIC@Portugal'13

TIC@Portugal'13- Foi hoje, 5 de julho, um seminário Escola Superior de Educação - Setúbal, no qual fiz uma comunicação.

11:30 Sessões Paralelas – Partilha de Boas Práticas e de Investigações em Educação
Sala a designar: TIC no 3.º ciclo e secundário – Mobile Learning, RED, Web 2.0, redes sociais

- Mobile Learning: proibir ou integrar? – Fernanda Ledesma 
- Utilização pedagógica de RED concebidos com ferramentas da WEB 2.0 por professores do Ensino Básico e Secundário – Óscar Leal dos Santos 
- "Daqui posto de comando do movimento das forças armadas" – a história nas redes sociais – Joaquim Lopes

A apresentação 


Fotografias




domingo, 30 de junho de 2013

Centros de Formação de Professores que percursos…


Centros de Formação de Professores que percursos… 
Paradoxos entre o (con)formar e o (trans)formar.



Os Centros de Formação das Associações de Escolas (CFAEs) percorrem um caminho de paradoxos, atravessando desafios, incertezas, contrariedades e constantes mutações...

é o inicio do artigo que acabei de escrever... gosto do resultado, daqui a alguns dias, quando estiver publicado já fica disponível...


sexta-feira, 28 de junho de 2013

Calendário Escola 2013-2014

Já foi publicado o Despacho n.º 8248/2013 de 25 de junho de 2013 -  Calendário escolar 2013-2014 já com os exames calendarizados, como tinha sido previsto.

Nº de semanas:
1º Período 13 (ou 14) 
2º Período 13 
3º Período 8 (7 para o 6º e o 9º). 

Semanas completas (semanas com os 5 dias de aulas): 
1º Período 13 (ou 14 conforme o início) 
2º Período 12 
3º Período 7 (6 para o 6º e o 9º).

domingo, 23 de junho de 2013

TIC@Portugal'13

TIC@Portugal'13- Mais um seminário e uma comunicação, no dia 5 de julho, lá estaremos na Escola  Superior de Educação - Setúbal.


Programa completo.

11:30 Sessões Paralelas – Partilha de Boas Práticas e de Investigações em Educação

Sala a designar: TIC no 3.º ciclo e secundário – Mobile Learning, RED, Web 2.0, redes sociais 

Mobile Learning: proibir ou integrar? – Fernanda Ledesma 
Utilização pedagógica de RED concebidos com ferramentas da WEB 2.0 por professores do Ensino Básico e Secundário – Óscar Leal dos Santos 
"Daqui posto de comando do movimento das forças armadas" – a história nas redes sociais – Joaquim Lopes

domingo, 16 de junho de 2013

Seminário: Partilha de boas práticas e experiências em Informática Educacional - Rio Maior


Seminário: Partilha de boas práticas e experiências em Informática Educacional decorrerá nos dias 11 e 12 de julho, na Escola Secundária Dr. Augusto César da Silva Ferreira, Rio Maior. Informação no website do Centro de Formação Lezíria Oeste http://nonio.ese.ipsantarem.pt/cfaeleziriaoeste/

Este seminário dirige-se aos docentes do ensino básico e secundário que utilizam as tecnologias em contexto educativo ou no desempenho das suas funções, tendo como propósito proporcionar a partilha de experiências implementadas na área da informática educacional.

Sabe tão bem ver os projetos voar... é já o 8 Seminário: Partilha de boas práticas e experiências em Informática Educacional mais conhecido por G550.

Curso de formação : 15 h / 0,6 créditos
Inscrições até 4 de julho de 2013
Inscrições: http://nonio.ese.ipsantarem.pt/cfaeleziriaoeste/
Programa:http://nonio.ese.ipsantarem.pt/cfaeleziriaoeste/file.php/1/PLANO_2012_2013/Divulgacao_seminario_julho2013.pdf
Cartaz :http://nonio.ese.ipsantarem.pt/cfaeleziriaoeste/file.php/1/PLANO_2012_2013/cartaz_informatica_educacional_Rio_Maior.pdf


terça-feira, 4 de junho de 2013

Seminário: Partilha de boas práticas e experiências em Informática Educacional - Barreiro

Estamos a organizar mais um Seminário: Partilha de boas práticas e experiências em Informática Educacional  que realiza-se nos dias 8 e 9 de julho de 2013, na Escola Básica 2, 3º Ciclos Mendonça Furtado, no Barreiro, organizado pelo Centro de Formação de Escolas dos Concelhos Barreiro e Moita.

Mãos ao trabalho, mais informação aqui

Participo com uma comunicação no  Painel II: As TIC um ano depois da Metas Curriculares

Ana Paula Pina - Escola Básica 2,3 Mendonça Furtado
Rui Nascimento - Escola Secundária de Palmela
Fernanda Ledesma - Escola Secundária D. João II

e também no dia 9 de julho de 2013
Ws3: Aprender e ensinar com as redes sociais
Fernanda Ledesma - Escola Secundária D. João II

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Reflexões… sobre formação


Face aos desafios com que a escola se confronta, quer pelo ensaio de sucessivas reformas na educação, quer pela evolução da sociedade de informação, quer pela multiculturalidade com que nos confrontamos, quer pelas transformações de atitudes e valores que hoje vivenciamos, tendo, ainda, em conta que o contexto social é diferente, a forma de ser, de estar, de atuar e de pensar, bem como dos hábitos dos alunos são diferentes e diversos. Face a todos estes desafios, questionamo-nos, se pode, o professor de hoje (con)formar-se com o que sempre fez, implementar as mesmas práticas, utilizar os mesmos recursos, enfim, agir como se à sua volta nada tivesse mudado. O aluno mudou mais do que o professor e a escola, por isso, se pretendemos que a escola funcione centrada nos alunos, então, teremos de os acompanhar. O artigo sugerido para leitura “Entrar em Harvard sem sair de casa” pode ser interpretado sob diversas perspetivas. Temos aqui um dilema entre o formar-se e o (con)formar-se numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida, mas também uma linha muito ténue entre aprendizagem formal e informal e por outro lado as oportunidades de formação a distância versus formação presencial. Três dilemas que dariam para escrever páginas sem fim e sobre os quais também muito já se escreveu.

O conceito de aprendizagem tem-se desenvolvido essencialmente associado ao paradigma de aprendizagem ao longo da vida, imposta pelas exigências da sociedade: valorização das competências e reciclagem constante dos conhecimentos. Canário (1999) afirma que "a educação de adultos, tal como a conhecemos hoje, é um fenómeno recente, mas não constitui novidade. Concebendo a educação como um processo largo e multiforme que se confunde com o processo de vida de cada indivíduo, toma-se evidente que sempre existiu educação de adultos" (p. 11). Nesta reflexão pretendemos associar a aprendizagem ao longo da vida ao desenvolvimento profissional do professor, pois parece-nos que, também este, no âmbito do desempenho da sua profissão e de forma a dar resposta aos desafios com que se confronta, precisa de valorizar as suas competências, fazer uma reciclagem constante dos conhecimentos e refletir sobre todos os processos e dicotomias que o rodeiam. 

O conceito de formação de professores enquadra-se um processo historicamente contextualizado que visa o desenvolvimento de competências para responder a uma sociedade, a uma comunidade e a uma escola em permanente atualização. Na perspectiva de Pineau “formar-se, dar-se uma forma, é uma atividade mais fundamental, mais ontológica, do que educar, ou seja, erguer-se ou alimentar-se. Formar-se, é reconhecer que não existe à priori nenhuma forma acabada que seja dada do exterior. Essa forma, sempre inacabada, depende de uma ação. A sua própria construção é uma actividade permanente. Estes 'dar-se forma' permanentes abrem um horizonte quase infinito de práticas pessoais e sociais, profissionais e culturais, físicas e metafísicas. Mas ao lado destas múltiplas formações formais emerge, cada vez mais, a importância da face escondida, na sombra, do que os pedagogos chamam educação informal e não-formal”. 
Os docentes que não se (con)formam encontram muitas vezes em situações de formação informal ou não formal desafios maiores. Como é o caso dos Moocs, já tive oportunidade de frequentar um (change.mooc.ca[1]) com Stephen downes, Terry Anderson e outras personalidades de reconhecido mérito e embora não seja certificado e não atribua títulos ou créditos constituem desafios maiores. Pois, abriram-se novos caminhos na aprendizagem on-line e obrigando-nos a repensar os tempos e os espaços, ampliando os espaços e momentos de ensino e aprendizagem. Como refere Dias (2001, p.37) “a web é um meio para assistir o processo de aprendizagem, durante o qual os alunos navegam na multidimensionalidade das representações flexíveis e distribuídas, estabelecem redes de relações entre os conteúdos e entre os membros da comunidade, e através das quais participam num processo de aprendizagem colaborativo”. O autor salienta que “nos ambientes colaborativos, a aprendizagem é orientada para o aluno, em vez de estar centrada no professor, e o processo de construção de conhecimento compreende a interacção entre pares, a avaliação e a cooperação. O ensino on-line permite criar contextos favoráveis à participação e colaboração no aprender a aprender e na construção do conhecimento, numa perspectiva holística e integrativa”(Dias, 2001, p.28). 
Apesar de já ter partilhado uma semana de formação presencial com Terry Anderson, nunca teria tido oportunidade de o fazer com todos os dinamizadores reconhecidos deste Mooc, em simultâneo, sem sair de casa e praticamente sem custos ou como é referido na literatura desta área, aprender a qualquer hora, em qualquer lugar e ao meu ritmo. Este Mooc concedeu-me ainda a oportunidade de partilhar informação com indivíduos que têm interesses comuns aos meus de todo mundo.

Termino, referindo que a inovação e a formação são processos intrínsecos, num percurso educativo, que podem conduzir a uma concepção cultural e construtivista, mas ao mesmo tempo colaborativa, através da qual os professores desenham o seu processo de desenvolvimento como resposta aos dilemas e problemas que a mudança de práticas lhes vem colocando e onde há cada vez menos espaço para (con)formações. 

Referências Bibliográficas

Canário, R. (1999). Educação de Adultos: Um Campo, uma Problemática. Educa: Lisboa.
Dias, P. (2001). Comunidades de aprendizagem na Web. In Novas Tecnologias na Educação. Revista Inovação (Vol. 14, Nº3). Lisboa: IIE.

sábado, 18 de maio de 2013

Conversas com Informática sobre o balanço do primeiro ano de aplicação das novas metas curriculares


O ano letivo 2012/2013 foi um ano de mudança para a disciplina de TIC. A disciplina passou a ser lecionada mais cedo no 7º e 8º ano, com metas curriculares, que vieram alterar a filosofia da disciplina de TIC.
O episódio do "Conversas com Informática sobre o balanço do primeiro ano de aplicação das novas metas."  foi transmitido em direto  e pode ser visto aqui!




Moderador(es): Carlos Nunes
Convidados:
Fernando Mendonça (Professor de Informática e co-autor das metas curriculares de TIC)
Fernanda Ledesma (Professora de Informática)

O Hangout não estava muito colaborador, foi preciso fazer algumas alterações de úlitma hora,  mas dá para perceber.

O que acontece numa sala de aula no séc. XXI

O que acontece quando vira as costas numa sala de aula do sec. XXI?
Quando lecionamos como se nada tivesse mudado nos últimos 30 anos, assim como se o saber estivesse apenas e só na mão, diga-se na "boca", do professor e no manual, como se houvesse uma única via para chegar à solução. Deparamos-nos com situações idênticas às da imagem em baixo.  
O aluno já descobriu que não e o professor?
O aluno tem na mão uma porta gigante que com alguma facilidade consegue sair da sala de aula à procura de situações do seu interesse. Como saciar esta sede de "sair" da sala? ou como poderá o professor "acompanha-lo"? Proibir ou integrar continua a ser a minha questão?

Questões sem repostas únicas e sem receitas para o sucesso...