terça-feira, 30 de abril de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
Artigo - Mobile Learning: Integrar ou proibir?
Foi hoje publicado nº 9 da PROFFORMA – Revista online do
Centro de Formação de professores do Nordeste Alentejano, para a qual escrevi
mais um artigo.
http://cefopna.edu.pt/revista/revista_09.htm
disponível na página da revista ou em versão pdf
Mobile Learning: Proibir ou integrar?
Neste artigo propormo-nos fazer uma abordagem à aprendizagem
com tecnologias móveis (mobile learning), oscilando entre dicotomias,
procurando equilíbrios e respostas. Pretendemos entender o que dizem os
documentos centrais que definem as políticas educativas, dos diversos países,
recorrendo a estudos e relatórios internacionais. Tentamos definir o conceito
mobile learning, procuramos rever a literatura nesta área de modo a perceber a
relação, os receios e reações dos principais atores – o aluno e o professor –
relativamente a estes ambientes digitais. Por fim, ainda que de forma breve,
abordamos a aprendizagem, as metodologias e as aplicações na nuvem necessárias
à integração do mobile learning em contexto educativo.
domingo, 21 de abril de 2013
Esclarecimentos sobre a prova de equivalência à frequência da Disciplina de ITIC 9º ano
Solicitei um esclarecimento em 11 de abril ao Jurí Nacional de Exames, sobre o Despacho normativo n.º 5/2013 de 8 de abril, pois a disciplina que surge no despacho denomina-se TIC e tem prova de equivalência à frequência de caráter "ESCRITO" o que gerou inúmeras interpretações e confusões, havendo colegas a fazer prova apenas teórica.
Referi então, que a disciplina de ITIC ( Introdução às Tecnologias da Informação e Comunicação) 9º ano é criada pelo Decreto-Lei n.º209/2002 de 17 de Outubro, ANEXO III estrutura curricular do 3.º ciclo. http:/ / www.gave.min-edu.pt / np3content / ?newsId=31&fileName=decret o _lei_209_2002.pdf
Será extinta pela Disposição transitória, Artigo35.º do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho.
1 — No ano letivo de 2012 -2013, no 9.º ano de escolaridade, a disciplina de Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação mantém -se com um tempo mínimo de 90 minutos semanais.No 9º ano TIC não existe, pelo que urge esclarecer este assunto
Questionei também a alteração da forma prova da disciplina da forma prática (P) para (E) Escrita a 4 meses da sua extinção.
....
Chegou hoje, 21 de abril , o esclarecimento sobre a prova de equivalência à frequência da Disciplina de ITIC 9º ano. Que disponibilizo, de forma a todos procederem da mesma forma, mantendo a prova com a forma que tinha anteriormente.
Exma. Dra. Fernanda Ledesma,
No que diz respeito às questões que nos coloca cumpre-nos informar o seguinte:
1. A disciplina a que se refere o Regulamento de Provas e Exames corresponde exatamente à disciplina de ITIC, sendo que este lapso já se verifica há alguns anos. Deverá ser portanto considerada a disciplina de ITIC;
2. Por outro lado, as provas de equivalência à frequência têm de respeitar as características de cada disciplina, utilizando os mesmos recursos e suportes da avaliação interna durante o ano letivo;
3. Por outro lado, não se pode ligar o termo “prova escrita” com o conceito de “prova teórica”. Prova escrita refere-se apenas ao facto de esta ter um registo escrito, que é classificado posteriormente por um professor classificador;
4. Este suporte escrito pode ser em papel, em computador ou uma composição gráfica, etc.
5. Numa prova escrita, é objeto de avaliação apenas o produto final da prova e não o desempenho do aluno durante a realização da mesma.
6. As provas em que é necessário avaliar o desempenho do aluno durante a sua realização chamam-se provas práticas ou orais, consoante o objetivo;
7. Neste caso torna-se necessária a presença de um júri para observar o desempenho do aluno, com o auxílio de uma grelha de observação; Pelo exposto, deverá elaborar a prova de ITIC da mesma forma que tem vindo a fazer, de acordo com a natureza da disciplina.
Com os melhores cumprimentos
Presidente do Juri Nacional de Exames.
Website - Benchmarking das Escolas Secundárias Portuguesas
O projecto BESP – Benchmarking das Escolas Secundárias Portuguesas – apresenta uma plataforma web inovadora em Portugal. Esta plataforma serve de apoio às escolas em duas grandes vertentes da sua avaliação:Avaliação Interna e Avaliação Externa.
sábado, 20 de abril de 2013
Resumo do painel Novos Contextos de Aprendizagem no âmbito do seminário CFAE's em direção à Formação 2.0: Formar o professor Séc. XXI
Hoje, foi por aqui a rever alguns amigos e a moderar o Painel das 14.00H - Novos Contextos de Aprendizagem âmbito do seminário CFAE's em direção à Formação 2.0: Formar o professor Séc. XXI
Painel:
- Agrupamentos de Escolas e Web 2.0 • Professor Rui do Bem • Escola Secundária com 3º Ciclo de Sampaio
- Formação de Professores para as TIC na sala de aula (na era dos ambientes digitais) • Professora Doutora Maria João Horta • Centro de Competências Educom/DGE/MEC
- Modelos de Aprendizagem e Integração Curricular • Professor Doutor Luís Tinoca • Universidade de Lisboa
Fazendo um breve resumo, que será sempre a minha perspetiva das comunicações dos três conferencistas.
Primeira comunicação - Agrupamentos de Escolas e Web 2.0
3ª comunicação - Modelos de aprendizagem e integração curricular
- Formação de Professores para as TIC na sala de aula (na era dos ambientes digitais) • Professora Doutora Maria João Horta • Centro de Competências Educom/DGE/MEC
- Modelos de Aprendizagem e Integração Curricular • Professor Doutor Luís Tinoca • Universidade de Lisboa
Fazendo um breve resumo, que será sempre a minha perspetiva das comunicações dos três conferencistas.
Primeira comunicação - Agrupamentos de Escolas e Web 2.0
O professor Rui do Bem, presidente da comissão administrativa, falou-nos da influências das ferramentas da Web 2.0 na gestão da escola e na tomada de decisão, tanto na gestão de topo, como na gestão intermédia. As ferramentas digitais permitiram à comunidade dar opinião e partilhar materiais. Podem também evitar/diminuir o número de reuniões a realizar.
A criação do agrupamento de escolas fez repensar a comunicação interna, tendo em conta que os professores do agrupamento se encontram geograficamente distantes. Criaram o email institucional que facilita em termos divulgação de informação e marcação de serviços.
A plataforma Moodle era apenas utilizada no âmbito das disciplina no apoio à sala de aula, pelos professores com os seus alunos. Agora a sua utilização foi alargada para utilização dos conselhos de turma, departamentos e outras estruturas de gestão intermédia.
O Jornaless passou do formato de papel a digital (http://jornaless.esec-sampaio.net/), e também está presente no facebook, sendo atualmente o jornal de todo o agrupamento, disponibilizando informação online, quase de forma imediata.
A rede social - facebook - passou a ser uma das principais vias de comunicação com alunos e comunidade através de páginas criadas na mesma.
Criaram uma espécie de secretaria online para submeter requerimentos e solicitar certificados e certidões. Passaram a utilizar os formulários do Google, para levantamento de dados e até para solicitar dados aos alunos sobre as aulas.
O Jornaless passou do formato de papel a digital (http://jornaless.esec-sampaio.net/), e também está presente no facebook, sendo atualmente o jornal de todo o agrupamento, disponibilizando informação online, quase de forma imediata.
A rede social - facebook - passou a ser uma das principais vias de comunicação com alunos e comunidade através de páginas criadas na mesma.
Criaram uma espécie de secretaria online para submeter requerimentos e solicitar certificados e certidões. Passaram a utilizar os formulários do Google, para levantamento de dados e até para solicitar dados aos alunos sobre as aulas.
Na segunda comunicação “Formação de Professores para as TIC na sala de aula (na era dos ambientes digitais)” referiu em primeiro lugar que gostaria de ver as tecnologias nas mãos dos alunos integradas em contexto de sala de aula.
Iniciou a sua comunicação fazendo um breve enquadramento teórico, salientando alguns projetos potenciadores de aprendizagens com as TIC em Portugal.
As necessidades de formação são consideradas como uma barreira à integração das TIC em sala de aula. Os planos de formação definida e financiada centralmente revelaram-se insuficientes.
Agregou as competências TIC dos professores em 3 grupos:
(1) competências gerais em TIC;
(2) Competências profissionais em TIC;
(3) Competências Pedagógicas em TIC.
Agregou as competências TIC dos professores em 3 grupos:
(1) competências gerais em TIC;
(2) Competências profissionais em TIC;
(3) Competências Pedagógicas em TIC.
Salientou as barreiras internas à integração das TIC:
(1) receios;
(2) crenças na forma como os alunos aprendem;
(3) valor atribuído às TIC no currículo de cada disciplina.
A formação deveria contribuir para ultrapassar estas barreiras, por isso era necessário que o modelo de formação existente fosse sustentável.
(1) receios;
(2) crenças na forma como os alunos aprendem;
(3) valor atribuído às TIC no currículo de cada disciplina.
A formação deveria contribuir para ultrapassar estas barreiras, por isso era necessário que o modelo de formação existente fosse sustentável.
Abordou brevemente o Modelo FAR: Formação <-> Ação <->Refexão.
Por último referiu a importância da formação contextualizada na escola.
Por último referiu a importância da formação contextualizada na escola.
3ª comunicação - Modelos de aprendizagem e integração curricular
O Professor Doutor Luís Tinoca, referiu que a aprendizagem atualmente é diferente, deve ser aberta e transparente. Falou-nos sobre o conectivismo de Jorge Siemens— das ligações/conexões ao conhecimento , salientou o Clearning, a aprendizagem em comunidade, a aprendizagem alicerçada em processos sociais e do reconhecimento da aprendizagem como conexões.
Falou-nos dos fóruns online que dão oportunidade de todos os alunos participarem de uma forma mais democrática e ao seu ritmo. Nestes ambientes o professor assume a função de moderador , mas esta utilização deve ser estruturada. Salientou os eportefólios com ênfase para as possibilidades que dão formativa e contínua. Falou-nos dos blogues, das wikis, do social bookmarking, dos vídeos, dos jogos educativos. Todas estas aplicações nos podem auxiliar no desenvolvimento das 8 competências-chave.
Por fim falou-nos das implicações (1) Privacidade versus público e (2) avaliação, problemas ou constrangimentos com que nos confrontamos atualmente e que temos de resolver.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Conferência: "A propósito de Literacias”
quinta-feira, 28 de março de 2013
Humor... Your Conference Presentation
terça-feira, 26 de março de 2013
Conferência: "A propósito de literacias"
No dia 10 de abril, pelas 15h, realiza-se a conferência "A propósito de literacias" dirigida a docentes na Biblioteca da Escola Secundária D. João II, em Setúbal.
Para qualquer esclarecimento adicional contactar: mediateca@djoaoii.com
Etiquetas:
Biblioteca,
Conferência,
literacia dos média
sábado, 16 de março de 2013
Techspeak or not techspeak
Esta infografia tenta mostra mostra como a a forma de escrever na Internet tem influenciado a forma de escrever dos alunos.
Perspetiva da linguística aplicada à Internet
algumas pesquisas aqui no livebinder
Referências Bibliográficas
Castells, M. (2004). A Galáxia Internet. Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian.
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A Internet reflete-se na reorganização das nossas vidas, no modo como comunicamos e como aprendemos. A sua importância é tão marcante que Castells (2004) a compara, ao nível de impacto, a galáxia de Gutenberg, expressão criada por McLuhan (1962) para caracterizar o efeito da criação da imprensa por Gutenberg, propondo, por analogia, à Galáxia Internet.
Segundo Monereo (2005) as competências sociocognitivas são cada vez mais valorizadas e podem ser também desenvolvidas através da Internet. Assim, o importante é o entendimento mútuo entre pessoas, fundamental para a construção do conhecimento que emerge da interação em ambientes colaborativos na Web, implica que a comunicação seja compreensiva, confiável e apropriada a um contexto social.
A questão que se coloca será “se os indivíduos que formam um grupo ou uma comunidade falam/escrevem segundo a mesma linguagem, mesmo sendo abreviada ou com símbolos, sendo esta a forma como conseguem comunicar/interagir entre si” terá a mesma validade quando nos propomos a analisar o discurso das interações online desse grupo?
Interessa, também salientar que a comunicação online, mediada por ambientes digitais apresenta algumas diferenças relativamente à comunicação presencial que se baseia, apenas na fala. No online esta questão é um pouco mais complexa, embora predomine o texto, já se emprega o uso efetivo de fala e do visual. Os processos mais simples do uso da videoconferência, via dispositivos já muito comuns como a tecnologia Skype, acabam por trazer à interação online esta variante tão própria da comunicação humana, fazendo também que a sala de aula/ambiente virtual se assemelhe ao ambiente real, algo que Castells (2004) designa de “cultura da virtualidade real”.
Deste modo, aos textos para analise do discurso online, juntar-se-ão os atos da fala e da imagem, possibilitando a análise de uma vasta gama dos atos de comunicação não-verbal (corpórea). Este cenário, aproxima mais as interações online das reais e também traz mais complexidade à análise do discurso.
Sendo de acrescentar, ainda, os dois aspetos mais referidos até agora nas discussões sobre a análise do discurso online. O primeiro, diz respeito ao uso de ambientes digitais diversos (fóruns, blogues, wikis, redes socais, LMS, etc) e de natureza diferenciada, convidando à utilização de diferentes estilos linguísticos. Nos quais ainda podemos separar os ambientes digitais pelas que permitem uma comunicação em tempo síncrono ou assíncrono, ou seja, as categorias de análise de um chat serão diferentes das de um fórum.
O segundo aspeto, diz respeito às múltiplas situações contextuais comunicativas que o online permite. Poderemos então concluir que o online apresenta uma complexidade acrescida no âmbito da comunicação/interação (de um para um a todos para todos), em tempos e lugares multifacetados: utilizando a expressão de e-learning, teríamos como propõe Keegan (2002), toda uma série de situações do e-learning ao m-learning, contemplando também situações de d-learning e b-learning.
O que nos leva a inferir que a dificuldade em categorizar os atos de comunicação online, surge pela variedade e a complexidade dos elementos que pode incluir.
As categorias têm a grande vantagem de estabelecer um quadro analítico dos elementos e tipo de forças em presença (quais são os intervenientes principais? qual o regime de comunicação? há um domínio dos atos de comunicação por alguém ou oportunidades de uma participação autêntica entre os diversos intervenientes? etc…), mas por outro lado simplificam em demasia a realidade o ato de comunicar, não dando atenção às componentes intencionais, contextuais e comunicativos inerentes à interação.
Perspetiva da linguística aplicada à Internet
Os impactos da linguística da Internet podem ser observados no dia a dia e na influência dos estilos do discurso escrito e falado usados na Internet. Novos estilos e formatos de linguagem sob a influência da Internet e outros media, como o SMS (Short Message Service) têm permitido uma comunicação instantânea e aumentado a comunicação escrita. A sociolinguística aborda estes fenómenos em diversas dimensões, entre os quais o multilinguismo, a coexistência de várias línguas na Internet (por ex: a Wikipedia, disponibilizada em várias línguas, os vários sistemas de tradução online, etc.), ou as mudanças da língua, com algumas roturas da língua standard, a nível de pontuação, conversão de maiúsculas em minúsculas, e a utilização universal de alguns códigos (emoticons, abreviaturas...).
Referências Bibliográficas
Castells, M. (2004). A Galáxia Internet. Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian.
Monereo, C. (2005). Internet, un espacio idoneo para desarollar las competencias basicas. In C. Monereo (coord.), Internet y competências básicas.Aprender a colaborar, a comunicarse, a participar, a aprender.
Barcelona: Grao, pp. 5-26.Keegan, D. (2002).The future of learning: From eLearning to mLearning. Projeto submetido à União Europeia (programa Leonardo da Vinci). Disponível em: http://learning.ericsson.net/mlearning2/project_one/index.html, acesso em 30 de junho de 2012.
domingo, 10 de março de 2013
Infografia da minha rede
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Escola: Uma instituição para o sucesso educativo
Realiza-se no dia 6 de Março, pelas 15h a 3ª conferência - Escola: Uma instituição para o sucesso educativo.
Professor Doutor José Morgado | Instituto Superior de Psicologia Aplicada
http://atentainquietude.blogspot.pt/
Com a participação do professor Doutor José Verdasca | Universidade de Évora - http://www.youtube.com/watch?v=KcWgMzC_tvE&feature=youtu.be
http://atentainquietude.blogspot.pt/
Inscrições:
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dHN1Y3RWQWNZR0hhNXdYNzYtMUtyVXc6MA"
Programa do Ciclo de Conferências
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dHN1Y3RWQWNZR0hhNXdYNzYtMUtyVXc6MA"
Programa do Ciclo de Conferências
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