quinta-feira, 28 de março de 2013
Humor... Your Conference Presentation
terça-feira, 26 de março de 2013
Conferência: "A propósito de literacias"
No dia 10 de abril, pelas 15h, realiza-se a conferência "A propósito de literacias" dirigida a docentes na Biblioteca da Escola Secundária D. João II, em Setúbal.
Para qualquer esclarecimento adicional contactar: mediateca@djoaoii.com
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literacia dos média
sábado, 16 de março de 2013
Techspeak or not techspeak
Esta infografia tenta mostra mostra como a a forma de escrever na Internet tem influenciado a forma de escrever dos alunos.
Perspetiva da linguística aplicada à Internet
algumas pesquisas aqui no livebinder
Referências Bibliográficas
Castells, M. (2004). A Galáxia Internet. Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian.
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A Internet reflete-se na reorganização das nossas vidas, no modo como comunicamos e como aprendemos. A sua importância é tão marcante que Castells (2004) a compara, ao nível de impacto, a galáxia de Gutenberg, expressão criada por McLuhan (1962) para caracterizar o efeito da criação da imprensa por Gutenberg, propondo, por analogia, à Galáxia Internet.
Segundo Monereo (2005) as competências sociocognitivas são cada vez mais valorizadas e podem ser também desenvolvidas através da Internet. Assim, o importante é o entendimento mútuo entre pessoas, fundamental para a construção do conhecimento que emerge da interação em ambientes colaborativos na Web, implica que a comunicação seja compreensiva, confiável e apropriada a um contexto social.
A questão que se coloca será “se os indivíduos que formam um grupo ou uma comunidade falam/escrevem segundo a mesma linguagem, mesmo sendo abreviada ou com símbolos, sendo esta a forma como conseguem comunicar/interagir entre si” terá a mesma validade quando nos propomos a analisar o discurso das interações online desse grupo?
Interessa, também salientar que a comunicação online, mediada por ambientes digitais apresenta algumas diferenças relativamente à comunicação presencial que se baseia, apenas na fala. No online esta questão é um pouco mais complexa, embora predomine o texto, já se emprega o uso efetivo de fala e do visual. Os processos mais simples do uso da videoconferência, via dispositivos já muito comuns como a tecnologia Skype, acabam por trazer à interação online esta variante tão própria da comunicação humana, fazendo também que a sala de aula/ambiente virtual se assemelhe ao ambiente real, algo que Castells (2004) designa de “cultura da virtualidade real”.
Deste modo, aos textos para analise do discurso online, juntar-se-ão os atos da fala e da imagem, possibilitando a análise de uma vasta gama dos atos de comunicação não-verbal (corpórea). Este cenário, aproxima mais as interações online das reais e também traz mais complexidade à análise do discurso.
Sendo de acrescentar, ainda, os dois aspetos mais referidos até agora nas discussões sobre a análise do discurso online. O primeiro, diz respeito ao uso de ambientes digitais diversos (fóruns, blogues, wikis, redes socais, LMS, etc) e de natureza diferenciada, convidando à utilização de diferentes estilos linguísticos. Nos quais ainda podemos separar os ambientes digitais pelas que permitem uma comunicação em tempo síncrono ou assíncrono, ou seja, as categorias de análise de um chat serão diferentes das de um fórum.
O segundo aspeto, diz respeito às múltiplas situações contextuais comunicativas que o online permite. Poderemos então concluir que o online apresenta uma complexidade acrescida no âmbito da comunicação/interação (de um para um a todos para todos), em tempos e lugares multifacetados: utilizando a expressão de e-learning, teríamos como propõe Keegan (2002), toda uma série de situações do e-learning ao m-learning, contemplando também situações de d-learning e b-learning.
O que nos leva a inferir que a dificuldade em categorizar os atos de comunicação online, surge pela variedade e a complexidade dos elementos que pode incluir.
As categorias têm a grande vantagem de estabelecer um quadro analítico dos elementos e tipo de forças em presença (quais são os intervenientes principais? qual o regime de comunicação? há um domínio dos atos de comunicação por alguém ou oportunidades de uma participação autêntica entre os diversos intervenientes? etc…), mas por outro lado simplificam em demasia a realidade o ato de comunicar, não dando atenção às componentes intencionais, contextuais e comunicativos inerentes à interação.
Perspetiva da linguística aplicada à Internet
Os impactos da linguística da Internet podem ser observados no dia a dia e na influência dos estilos do discurso escrito e falado usados na Internet. Novos estilos e formatos de linguagem sob a influência da Internet e outros media, como o SMS (Short Message Service) têm permitido uma comunicação instantânea e aumentado a comunicação escrita. A sociolinguística aborda estes fenómenos em diversas dimensões, entre os quais o multilinguismo, a coexistência de várias línguas na Internet (por ex: a Wikipedia, disponibilizada em várias línguas, os vários sistemas de tradução online, etc.), ou as mudanças da língua, com algumas roturas da língua standard, a nível de pontuação, conversão de maiúsculas em minúsculas, e a utilização universal de alguns códigos (emoticons, abreviaturas...).
Referências Bibliográficas
Castells, M. (2004). A Galáxia Internet. Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian.
Monereo, C. (2005). Internet, un espacio idoneo para desarollar las competencias basicas. In C. Monereo (coord.), Internet y competências básicas.Aprender a colaborar, a comunicarse, a participar, a aprender.
Barcelona: Grao, pp. 5-26.Keegan, D. (2002).The future of learning: From eLearning to mLearning. Projeto submetido à União Europeia (programa Leonardo da Vinci). Disponível em: http://learning.ericsson.net/mlearning2/project_one/index.html, acesso em 30 de junho de 2012.
domingo, 10 de março de 2013
Infografia da minha rede
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Escola: Uma instituição para o sucesso educativo
Realiza-se no dia 6 de Março, pelas 15h a 3ª conferência - Escola: Uma instituição para o sucesso educativo.
Professor Doutor José Morgado | Instituto Superior de Psicologia Aplicada
http://atentainquietude.blogspot.pt/
Com a participação do professor Doutor José Verdasca | Universidade de Évora - http://www.youtube.com/watch?v=KcWgMzC_tvE&feature=youtu.be
http://atentainquietude.blogspot.pt/
Inscrições:
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dHN1Y3RWQWNZR0hhNXdYNzYtMUtyVXc6MA"
Programa do Ciclo de Conferências
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dHN1Y3RWQWNZR0hhNXdYNzYtMUtyVXc6MA"
Programa do Ciclo de Conferências
Literacia dos Média
Aqui há dias, em reunião de professores bibliotecários refletimos sobre o referencial – Aprender com a Biblioteca Escolar, ao meu grupo com a Maria João e a Teresa trabalhamos a Literacia dos média.
Aqui fica a apresentação.
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Apresentação,
literacia dos média
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Tweet, tweet e retweet, porque não? porque sim, na biblioteca?
“Social Média is like teen sex. Everyone wants do it, nobody knows how. When it’s finally done, there is a surprise it’s not better".
Uma provocação para começar esta reflexão… tweet, tweet e retweet, porque não? porque sim, na biblioteca? Sem experimentar durante algum tempo não saberemos da sua utilidade.
No twitter podemos divulgar as atividades que fazemos e informação útil, também partilhar emoções, notícias, perguntas, etc ... o twitter é uma ferramenta maleável, é na simplicidade e na flexibilidade que está a chave para o seu sucesso. Projetado inicialmente para a comunicação, principalmente móvel, hoje é um significativo potencial de viralidade e divulgação. Fornece diversidade, fluidez, o pensamento livre, mas também serve objetivos práticos. Cabe ao professor bibliotecário e à sua equipa definir que objetivos pretende atingir e se o uso desta ferramenta faz sentido para a sua biblioteca.
Cabe, a cada um nós seguir quem tem objetivos comuns e criar "relações de valor" na rede. Com quem aprendemos, com quem podemos dialogar e partilhar. Enquanto professora bibliotecária, ainda "menina", porque exerço esta função há cerca de 1 ano, tenho aprendido muito na rede, com a partilha de outras bibliotecas e profissionais ligados às bibliotecas. Vejo ideias, projetos e partilhas, adapto-as ao meu contexto. Também tenho algum feedback de colegas, que vão (re)adaptando algumas ideias e projetos que faço. Então, podemos dizer que neste “bazar de loucos” aprendemos uns com os outros.
Nada me obriga a seguir quem não pretendo, com o tempo aprendemos a gerir melhor essa situação ou então, deixamos de seguir.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
O Twitter e o "Post it amarelo"
EU, a
pessoa; EU, a profissional caí na rede. Por isso vou imaginar que
me deitei no tal divã do psicólogo, fechar os olhos e… tentar definir o que é para mim o twitter.
Gosto de fazer
esta comparação - Hoje, a
“rede” é um grande palco ao qual é fácil chegar, mas no
qual é preciso saber ser
e estar, pois a rede reflete todos os valores advindos daqueles
que a construíram, dos que a usam e a modificam.
Compararia o
twitter a um “post it
note
amarelo", no qual podemos
escrever pouco, mas que usamos para deixar
um recado, fazer lembretes, colocar uma ideia.
Quantas vezes
dessa ideia, escrita em poucas palavras, num “post it amarelo” surgiram bons e
valiosos projetos?
Muitas, assim é o
twitter, escrevemos
pouco, mas chega a muitos. Temos de ser breves, ser originais,
usar palavras-chave/certas para a
nossa audiência entender.
A rede na qual me
centro mais é o facebook. O Twitter alimento-o/rentabilizo-o (re)publicando dos
restantes sítios que tenho na web.
- Se publicar no blogue, com o shareaholic, cada mensagem/post (re)publica para o twitter, facebook, linkedin e google +.
- Se estiver a fazer curadoria no scoop it, em cada novo scoop, também replica para o facebook, twitter e linkedin.
- O facebook está ligado ao twitter.
As vantagens, a
meu ver, são as redes que se criam e que em alguns casos se tornam efetivas, na
partilha e na colaboração.
Para as bibliotecas poderem divulgar as suas
atividades para lá dos muros é muito bom. Afirmaria ainda, que o retorno da rede no
meu percurso profissional, no âmbito de convites de participações,
comunicações, equipas de investigação tem sido profícuo, mas são certamente
consequências da minha “representação” na rede, enquanto "Eu, pessoa, Eu
profissional ( a professora, a bibliotecária, a investigadora, a comunicadora e
a especialista nas TIC)".
Ligar os computadores é um
trabalho.
Ligar pessoas é uma arte.
Eckart Wintzen
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Conferência - Robôs ao nosso serviço
Robôs ao nosso serviço é a conferência na área de informática que se realiza no âmbito da semana cultural da Escola Secundária D. João II. A Conferencia tem como orador Pedro Lima do Instituto Superior Técnico dia 19, pelas 10.10h para o CEF de Informática e para os alunos de Aplicações Informáticas.
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atividades,
Informática,
Robótica
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Plano de Formação do CF-OS
Plano de Formação 2012-2013 do Centro de Formação Ordem de Santiago.
Curso: partilha de Boas Práticas e Experiências em Informática Educacional
Curso: Trabalho Colaborativo com as Ferramentas Web 2.0: Edição e Publicação de Conteúdos
Curso: partilha de Boas Práticas e Experiências em Informática Educacional
Oficina de Formação: Moodle em Contexto Educativo
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Quando a formação que surge de uma situação concreta no interior da escola
Quando as ideias surgem é necessário aproveitar as oportunidades e dar o nó às pontas soltas.
Então, foram integradas na Biblioteca Escolar quatro medidas de sucesso educativo:
Então, foram integradas na Biblioteca Escolar quatro medidas de sucesso educativo:
i) Apoio ao estudo;
ii) Plano de Ocupação dos Tempos Escolares (aulas de substituição) e elaboração de atividades para o mesmo;
iii) Realização e acompanhamento das Atividades de Recuperação;
iv) Acompanhamento dos alunos com ordem de saída da sala de aula.
ii) Plano de Ocupação dos Tempos Escolares (aulas de substituição) e elaboração de atividades para o mesmo;
iii) Realização e acompanhamento das Atividades de Recuperação;
iv) Acompanhamento dos alunos com ordem de saída da sala de aula.
Estas quatro medidas provêm dos normativos em vigor, nomeadamente do Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho – Revisão da Estrutura Curricular, Despacho normativo n.º 13-A/2012 – Organização do ano letivo, reforçado posteriormente pela nota informativa proveniente do Ministério da Educação e Ciência de 17 de Julho de 2012 – Orientações para a distribuição do serviço Letivo - medidas para o Sucesso e Prevenção do Abandono Escolar, atividades nº 1, 4, 5 e 6 e também da Lei n.º 51/2012 de 5 de setembro- Estatuto do Aluno e Ética Escolar.
Para permitir a implementação destas quatro medidas foi criada uma equipa de cerca de 60 docentes com tempos provenientes dos normativos acima referidos.
A introdução e implementação das quatro medidas acima referidas e a sua integração no domínio A – Apoio ao desenvolvimento curricular requereram muitas horas de trabalho e reflexão de modo a que a articulação se torne efetiva. Para tal, criou-se uma equipa com cerca de 60 elementos, pois segundo Roldão (2007) o trabalho colaborativo não se resume a colocarmos um grupo de pessoas perante uma tarefa colectiva – não chega agrupar, nem é suficiente pedir resultados. O essencial das potencialidades do trabalho colaborativo joga-se no plano estratégico, e operacionaliza-se no plano técnico. O sucesso das equipas apoia-se em alguns aspetos fundamentais como a comunicação, cooperação, partilha de conhecimento, capacidade de estabelecer relacionamentos interpessoais, abertura para compreender o ponto de vista do outro e capacidade para ouvir e expressar-se de modo claro e consistente. No trabalho colaborativo temos sempre a vantagem de que a soma das partes será certamente mais rica, do que cada parte em separado. Assim, o conhecimento profissional do professor deve ser construído através de diálogo com os colegas e na assunção de objetivos comuns.
Pela minha experiência pessoal, enquanto formadora e pela leitura atenta de autores de referência sustenta a opinião de Nóvoa (2002) de que na “a formação de professores está muito afastada da profissão docente, das suas rotinas e culturas profissionais” (p. 1), pois, em seu entender “a formação de professores ganharia muito se se organizasse, preferencialmente, em torno de situações concretas, de insucesso escolar, de problemas escolares ou de programas de ação educativa” (p. 5). O autor salienta ainda a “importância de conceber a formação de professores num contexto de responsabilidade profissional, sugerindo uma atenção constante à necessidade de mudanças nas rotinas de trabalho, pessoais, coletivas ou organizacionais. A inovação é um elemento central do próprio processo de formação” (p. 5). Também Leite (2005) sustenta “um sentido da formação que tem como intenção gerar processos positivos de mudança que se ancoram num trabalho dos professores realizado sobre si próprios e sobre as suas próprias experiências profissionais” (p. 373).
Estamos então, perante uma situação concreta – necessidade de criar recursos educativos/materiais pedagógicos para dar resposta às quatro medidas e às restantes atividades da biblioteca e temos para isso uma equipa dedicada, o que nos pode conduzir ao elo de ligação de todos estes elementos soltos, transformando-os num momento de desenvolvimento profissional que deverá refletir-se no desenvolvimento e aprendizagem dos nossos alunos.
O que se propõe é a acreditação da atividade de criação de recursos educativos digitais/materiais pedagógicos com base no referencial de formação: Trabalho Colaborativo com as Ferramentas Web 2.0: Edição e Publicação de Conteúdos, na modalidade de curso de formação, de acordo com o esquema seguinte.
Referências Bibliográficas
Leite, C. (2005). Percursos e tendências recentes da formação de professores em Portugal. In Revista Educação, Porto Alegre n. 3 (57), (pp. 371 – 389).
Nóvoa, António (2002). Formação de professores e trabalho pedagógico. Lisboa: Educa.
Roldão, M. (2007). Colaborar é preciso. Questão de qualidade e eficácia no trabalho dos professores. Noesis, n. 71, Out./Dez. 2007, 24-29.
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