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sexta-feira, 11 de abril de 2014

A propósito do triângulo de Wang - Pedagogia, Interação Social e Tecnologia

A primeira vez que citei este triângulo, foi no artigo "Conectando Mundos numa viagem virtual" que elaborei para submeter à conferência Challenges 2009, em Braga, na Universidade do Minho, na qual apresentei uma comunicação sobre um projeto internacional, citei-o também na minha tese de mestrado.

Hoje, continuo a cita-lo, porque na sua simplicidade diz quase tudo, mas também, porque se na altura a interação social se referia mais à dimensão presencial e trabalho em grupo ou então a pequenas comunidades maioritariamente fechadas, que se iam criando no âmbito do desenvolvimento dos projetos com os restantes países/ escolas intervenientes, hoje com as redes sociais, a dimensão da interação social, ganhou um espaço imenso nos ambientes de ensino e aprendizagem.



Ao ler os relatórios das formações encontro frases e referências que me enchem a alma e me dão força para continuar o percurso que tenho trilhado, com as tecnologias, recheando-as de empenho e trabalho.  
"Agradou-me a imagem do triângulo, apresentada por um dos comunicadores, situando em cada um dos vértices os conteúdos, a pedagogia e as tecnologias. A arte está em cada docente saber construir o triângulo que melhor se adapta à sua realidade específica."
In Relatório da formação de Isabel Raminhos.
Para além desta referência não resisto a citar mais uma frase, que considero sensata e poderosa neste relatório.
"Devemos beneficiar do avanço da tecnologia, das descobertas que ocorrem continuamente, colocando-as ao serviço do ato educativo, numa perspetiva de inovação.
Como dizia o poeta “o Mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos de uma criança”. A sociedade evolui, as tecnologias existem para nos ajudar a desempenhar, de uma forma mais eficiente, a nobre função de ensinar."
Não se consigo encontrar melhores palavras, do que esta comparação das tecnologias à bola colorida nas mãos da criança, extrato de um poema do poeta "Sebastião da Gama" que aprendi a admirar por terras do Sado e às palavras de uma colega já com longo percurso nesta arte do ensino e aprendizagem.  
Obrigado Isabel.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

XII Congresso Nacional dos CFAEs


Já está em marcha o XII Congresso Nacional dos Centros de Formação  de Associação de Escolas, cujo tema é "A Formação na melhoria da escola" decorre nos dias 13, 14 e 15 de março de 2014 na Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais. 
Foi com muito carinho e respeito pelo trabalho que desenvolvem que em julho de 2013 aceitei este desafio. 

Faz a tua inscrição em

Para mais informações consulte o facebook

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Chat no Moodle

Utilização do Chat na Oficina de Formação: Moodle em Contexto Educativo
e que tal tentar conjugar  o verbo "Chatar"

pronto...
eu chato
tu chatas
ele chata
nós chatamos
vós chatais
eles chatam
e os senhores formandos querem fazer uma ligeira pausa ;)


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Plano de Formação do CFAE Ordem de Santiago


Partilho o Plano de Formação do Centro de Formação da Ordem de Santiago.

Estão a decorrer até ao dia 11 de Novembro as inscrições nas ações do Plano de Formação 2013/2014 que se encontra disponível na página do Centro de Formação Ordem de Santiago.



Deste catalogo há duas formações das quais sou formadora na página 12  (Trabalho Colaborativo com as Ferramentas Web: edição e Publicação de Conteúdos e na página 17 (A utilização do Moodle em contexto educativo).






domingo, 30 de junho de 2013

Centros de Formação de Professores que percursos…


Centros de Formação de Professores que percursos… 
Paradoxos entre o (con)formar e o (trans)formar.



Os Centros de Formação das Associações de Escolas (CFAEs) percorrem um caminho de paradoxos, atravessando desafios, incertezas, contrariedades e constantes mutações...

é o inicio do artigo que acabei de escrever... gosto do resultado, daqui a alguns dias, quando estiver publicado já fica disponível...


quarta-feira, 29 de maio de 2013

Reflexões… sobre formação


Face aos desafios com que a escola se confronta, quer pelo ensaio de sucessivas reformas na educação, quer pela evolução da sociedade de informação, quer pela multiculturalidade com que nos confrontamos, quer pelas transformações de atitudes e valores que hoje vivenciamos, tendo, ainda, em conta que o contexto social é diferente, a forma de ser, de estar, de atuar e de pensar, bem como dos hábitos dos alunos são diferentes e diversos. Face a todos estes desafios, questionamo-nos, se pode, o professor de hoje (con)formar-se com o que sempre fez, implementar as mesmas práticas, utilizar os mesmos recursos, enfim, agir como se à sua volta nada tivesse mudado. O aluno mudou mais do que o professor e a escola, por isso, se pretendemos que a escola funcione centrada nos alunos, então, teremos de os acompanhar. O artigo sugerido para leitura “Entrar em Harvard sem sair de casa” pode ser interpretado sob diversas perspetivas. Temos aqui um dilema entre o formar-se e o (con)formar-se numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida, mas também uma linha muito ténue entre aprendizagem formal e informal e por outro lado as oportunidades de formação a distância versus formação presencial. Três dilemas que dariam para escrever páginas sem fim e sobre os quais também muito já se escreveu.

O conceito de aprendizagem tem-se desenvolvido essencialmente associado ao paradigma de aprendizagem ao longo da vida, imposta pelas exigências da sociedade: valorização das competências e reciclagem constante dos conhecimentos. Canário (1999) afirma que "a educação de adultos, tal como a conhecemos hoje, é um fenómeno recente, mas não constitui novidade. Concebendo a educação como um processo largo e multiforme que se confunde com o processo de vida de cada indivíduo, toma-se evidente que sempre existiu educação de adultos" (p. 11). Nesta reflexão pretendemos associar a aprendizagem ao longo da vida ao desenvolvimento profissional do professor, pois parece-nos que, também este, no âmbito do desempenho da sua profissão e de forma a dar resposta aos desafios com que se confronta, precisa de valorizar as suas competências, fazer uma reciclagem constante dos conhecimentos e refletir sobre todos os processos e dicotomias que o rodeiam. 

O conceito de formação de professores enquadra-se um processo historicamente contextualizado que visa o desenvolvimento de competências para responder a uma sociedade, a uma comunidade e a uma escola em permanente atualização. Na perspectiva de Pineau “formar-se, dar-se uma forma, é uma atividade mais fundamental, mais ontológica, do que educar, ou seja, erguer-se ou alimentar-se. Formar-se, é reconhecer que não existe à priori nenhuma forma acabada que seja dada do exterior. Essa forma, sempre inacabada, depende de uma ação. A sua própria construção é uma actividade permanente. Estes 'dar-se forma' permanentes abrem um horizonte quase infinito de práticas pessoais e sociais, profissionais e culturais, físicas e metafísicas. Mas ao lado destas múltiplas formações formais emerge, cada vez mais, a importância da face escondida, na sombra, do que os pedagogos chamam educação informal e não-formal”. 
Os docentes que não se (con)formam encontram muitas vezes em situações de formação informal ou não formal desafios maiores. Como é o caso dos Moocs, já tive oportunidade de frequentar um (change.mooc.ca[1]) com Stephen downes, Terry Anderson e outras personalidades de reconhecido mérito e embora não seja certificado e não atribua títulos ou créditos constituem desafios maiores. Pois, abriram-se novos caminhos na aprendizagem on-line e obrigando-nos a repensar os tempos e os espaços, ampliando os espaços e momentos de ensino e aprendizagem. Como refere Dias (2001, p.37) “a web é um meio para assistir o processo de aprendizagem, durante o qual os alunos navegam na multidimensionalidade das representações flexíveis e distribuídas, estabelecem redes de relações entre os conteúdos e entre os membros da comunidade, e através das quais participam num processo de aprendizagem colaborativo”. O autor salienta que “nos ambientes colaborativos, a aprendizagem é orientada para o aluno, em vez de estar centrada no professor, e o processo de construção de conhecimento compreende a interacção entre pares, a avaliação e a cooperação. O ensino on-line permite criar contextos favoráveis à participação e colaboração no aprender a aprender e na construção do conhecimento, numa perspectiva holística e integrativa”(Dias, 2001, p.28). 
Apesar de já ter partilhado uma semana de formação presencial com Terry Anderson, nunca teria tido oportunidade de o fazer com todos os dinamizadores reconhecidos deste Mooc, em simultâneo, sem sair de casa e praticamente sem custos ou como é referido na literatura desta área, aprender a qualquer hora, em qualquer lugar e ao meu ritmo. Este Mooc concedeu-me ainda a oportunidade de partilhar informação com indivíduos que têm interesses comuns aos meus de todo mundo.

Termino, referindo que a inovação e a formação são processos intrínsecos, num percurso educativo, que podem conduzir a uma concepção cultural e construtivista, mas ao mesmo tempo colaborativa, através da qual os professores desenham o seu processo de desenvolvimento como resposta aos dilemas e problemas que a mudança de práticas lhes vem colocando e onde há cada vez menos espaço para (con)formações. 

Referências Bibliográficas

Canário, R. (1999). Educação de Adultos: Um Campo, uma Problemática. Educa: Lisboa.
Dias, P. (2001). Comunidades de aprendizagem na Web. In Novas Tecnologias na Educação. Revista Inovação (Vol. 14, Nº3). Lisboa: IIE.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Plano de Formação do CF-OS

Plano de Formação 2012-2013 do Centro de Formação Ordem de Santiago.
Curso: Trabalho Colaborativo com as Ferramentas Web 2.0: Edição e Publicação de Conteúdos

Curso: partilha de Boas Práticas e Experiências em Informática Educacional
Oficina de  Formação: Moodle em Contexto Educativo


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Quando a formação que surge de uma situação concreta no interior da escola

Quando as ideias surgem é necessário aproveitar as oportunidades e dar o nó às pontas soltas.
Então, foram integradas na Biblioteca Escolar quatro medidas de sucesso educativo:

i) Apoio ao estudo;
ii) Plano de Ocupação dos Tempos Escolares (aulas de substituição) e elaboração de atividades para o mesmo;
iii) Realização e acompanhamento das Atividades de Recuperação;
iv) Acompanhamento dos alunos com ordem de saída da sala de aula.

Estas quatro medidas provêm dos normativos em vigor, nomeadamente do Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho – Revisão da Estrutura Curricular, Despacho normativo n.º 13-A/2012 – Organização do ano letivo, reforçado posteriormente pela nota informativa proveniente do Ministério da Educação e Ciência de 17 de Julho de 2012 – Orientações para a distribuição do serviço Letivo - medidas para o Sucesso e Prevenção do Abandono Escolar, atividades nº 1, 4, 5 e 6 e também da Lei n.º 51/2012 de 5 de setembro- Estatuto do Aluno e Ética Escolar. 

Para permitir a implementação destas quatro medidas foi criada uma equipa de cerca de 60 docentes com tempos provenientes dos normativos acima referidos.

A introdução e implementação das quatro medidas acima referidas e a sua integração no domínio A – Apoio ao desenvolvimento curricular requereram muitas horas de trabalho e reflexão de modo a que a articulação se torne efetiva. Para tal, criou-se uma equipa com cerca de 60 elementos, pois segundo Roldão (2007) o trabalho colaborativo não se resume a colocarmos um grupo de pessoas perante uma tarefa colectiva – não chega agrupar, nem é suficiente pedir resultados. O essencial das potencialidades do trabalho colaborativo joga-se no plano estratégico, e operacionaliza-se no plano técnico. O sucesso das equipas apoia-se em alguns aspetos fundamentais como a comunicação, cooperação, partilha de conhecimento, capacidade de estabelecer relacionamentos interpessoais, abertura para compreender o ponto de vista do outro e capacidade para ouvir e expressar-se de modo claro e consistente. No trabalho colaborativo temos sempre a vantagem de que a soma das partes será certamente mais rica, do que cada parte em separado. Assim, o conhecimento profissional do professor deve ser construído através de diálogo com os colegas e na assunção de objetivos comuns.

Pela minha experiência pessoal, enquanto formadora e pela leitura atenta de autores de referência sustenta a opinião de Nóvoa (2002) de que na “a formação de professores está muito afastada da profissão docente, das suas rotinas e culturas profissionais” (p. 1), pois, em seu entender “a formação de professores ganharia muito se se organizasse, preferencialmente, em torno de situações concretas, de insucesso escolar, de problemas escolares ou de programas de ação educativa” (p. 5). O autor salienta ainda a “importância de conceber a formação de professores num contexto de responsabilidade profissional, sugerindo uma atenção constante à necessidade de mudanças nas rotinas de trabalho, pessoais, coletivas ou organizacionais. A inovação é um elemento central do próprio processo de formação” (p. 5). Também Leite (2005) sustenta “um sentido da formação que tem como intenção gerar processos positivos de mudança que se ancoram num trabalho dos professores realizado sobre si próprios e sobre as suas próprias experiências profissionais” (p. 373).
Estamos então, perante uma situação concretanecessidade de criar recursos educativos/materiais pedagógicos para dar resposta às quatro medidas e às restantes atividades da biblioteca e temos para isso uma equipa dedicada, o que nos pode conduzir ao elo de ligação de todos estes elementos soltos, transformando-os num momento de desenvolvimento profissional que deverá refletir-se no desenvolvimento e aprendizagem dos nossos alunos.


O que se propõe é a acreditação da atividade de criação de recursos educativos digitais/materiais pedagógicos com base no referencial de formação: Trabalho Colaborativo com as Ferramentas Web 2.0: Edição e Publicação de Conteúdos, na modalidade de curso de formação, de acordo com o esquema seguinte.

Referências Bibliográficas

Leite, C. (2005). Percursos e tendências recentes da formação de professores em Portugal. In Revista Educação, Porto Alegre n. 3 (57), (pp. 371 – 389). 

Nóvoa, António (2002). Formação de professores e trabalho pedagógico. Lisboa: Educa. 

Roldão, M. (2007). Colaborar é preciso. Questão de qualidade e eficácia no trabalho dos professores. Noesis, n. 71, Out./Dez. 2007, 24-29.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

G550 - Partilha de Boas Práticas e experiências no Grupo de Informática

G550 - Partilha de Boas Práticas e experiências no Grupo de Informática é um seminário que tem como público-alvo os professores do grupo 550(Informática) nos dias 20 e 21 de Janeiro de 2012.
Para mais informações e inscrições, podes seguir por aqui!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Certificação em TIC, uma forma de valorização dos docentes

Escrevi um artigo sobre o processo de Certificação dos Docentes em TIC, que foi publicado na revista PROFFORMA, oa qual vou colocar alguns trechos a seguir ...

Sendo que, em nosso entender, um dos maiores tesouros das escolas, senão o maior é o capital humano, neste contexto referimo-nos aos docentes. Então, o conhecimento, as qualificações, as capacidades, a energia pessoal e a aptidão para desenvolver e inovar, são elementos que conferem a cada docente e cada escola no seu conjunto características distintas. Daí que a aposta na valorização e no reconhecimento de competências através do Sistema de Formação e de Certificação de Competências TIC do PTE faça todo o sentido e deva ser olhado numa perspectiva de valorização profissional. 

Assim, quanto aos docentes propomos três estádios de distribuição relativamente à sua acção/reacção no domínio das competências em TIC. Os docentes que se (Con)formaram, os que se Formaram e os que se (Trans)formaram
Quanto aos que se (con)formaram o caminho percorrido demonstra que não basta construir um modelo e esperar que os docentes que têm necessidades de formação apareçam. Precisamos de conceder uma atenção muito especial a todos aqueles que estão mais afastados das TIC. 
Pois, apesar de todos termos dúvidas e inseguranças em determinados momentos da nossa vida profissional, também todos já sentimos o receio de perder oportunidades ou de não estar à altura dos desafios no que diz respeito às tecnologias da informação e da comunicação (TIC). Muitos odeiam-nas, muitos receiam-nas, uns quantos desvalorizam-nas, outros desconfiam da sua utilização, outros tantos adoram-nas e há mesmo os que vivem deslumbrados com o seu uso no mais ínfimo pormenor do seu dia-a-dia. Talvez a dificuldade esteja em conseguir o uso equilibrado, correcto e consciente das mesmas, olhando-as como facilitadoras de práticas inovadoras e motivadoras. 
Perante estas mudanças temos os docentes que aproveitam as oportunidades para se formarem, inscrevendo-se na oferta de formação contínua na área das TIC disponível, para a fazerem face aos desafios com os quais se confrontam diariamente.

 Por fim, há os que se (trans)formam, aqueles que são autodidactas, que estão sempre abertos à mudança, que experimentam tudo o que é novo que vai surgindo no domínio das TIC.
Quando os docentes apostam no seu desenvolvimento profissional, algo muda, algo se (trans)forma.
Artigo completo aqui.




sábado, 4 de junho de 2011

Hoje terminou mais uma Formação das TIC

Hoje terminou mais uma Formação das TIC, com uma Super Turma, big, big, big, cheia de super professores(as).
Ensino as TIC com prazer, mas hoje, estava especialmente cansada, depois de uma semana em que devo ter trabalhado por duas e meia.
Este ano tive pouco tempo para fazer umas visitinhas à minha escolinha. Foi bom este momento e espero que tenha sido mutuo.
Adorei os vossos smiles e para mim eram mais do que suficientes. 
Obrigado estes momentos.
 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Workshop do Recurso didáctico Transformando Mundos e as TIC-TAC na Educação para a Cidadania Global na Escola Secundária Manuel Cargaleiro


No dia 4 de Maio dinamizei mais um Workshop do Recurso didáctico Transformando Mundos e as TIC-TAC na Educação para a Cidadania Global na Escola Secundária ManuelCargaleiro no Fogueteiro.


Preparei um primeiro momento de apresentação, sobre as TIC e o recurso e os seu enredo e depois seguiu-se a proposta de trabalho para as docentes presentes.
Sendo a escola de 3º ciclo e ensino secundário escolhemos a história dos Super Exploradores mais direccionada para estes níveis de ensino.

Em baixo podemos consultar as grelhas dos 3 grupos de trabalho.
Salientamos uma das respostas referente ao Desafio 3- “Migrar -  Porquê, Como e Para quê?” na questão “que competências se conseguem desenvolver/abordar com a actividade?”
  • Elaboração de textos;
  • Hábitos de pesquisa;
  • Trabalho colaborativo;
  • Capacidade de argumentação;
  • Partilha de Sentimentos e Valores;
  • Iniciativa;
  • Promoção do enriquecimento mútuo;
  • Capacidade de pesquisa, análise e tratamento de informação por diversas vias (digital (Internet) e via trabalho de campo.
  • Promoção das TAC (Tecnologias da Aprendizagem e do Conhecimento).
 Quer saber mais! Então não há como ver o recurso “Transformando Mundos”.
Também pode seguir o percurso do Projecto no Blogue "Transformando Mundos" ou no Facebook  

terça-feira, 22 de março de 2011

Nº 2 da revista PROFFORMA


O Centro de Formação de Professores do Nordeste Alentejano (CEFOPNA), lança o nº 2 da revista PROFFORMA.
 
A revista inclui várias rubricas como:  Educar Sempre, Olhares Cruzados, Crónicas de Aprender, A Minha Escola e Entrevista. Que medeiam entre os projectos mais centralizados e a reflexão e a acção nas escolas. 

Saiba mais em: http://www.cefopna.edu.pt/revista/revista_02.htm

segunda-feira, 21 de março de 2011

"REFLECTIR SOBRE A FORMAÇÃO " - Perspectivas de Mudança

"REFLECTIR SOBRE A FORMAÇÃO " - Perspectivas de Mudança é o mote para o Encontro Regional de Centros de Formação da Área da Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo que se realiza no dia 24 de Março de 2011 na Escola B.J.I. Vasco da Gama – Lisboa

Para consultar o programa e realizar as inscrições siga por aqui! http://cfebm.com/cfebm/

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Workshop - Transformando Mundos e as TIC-TAC na Educação para a Cidadania Global na ESE de Coimbra


Dia 18 e 19 de Janeiro de 2010 realizou-se a 2ª Conferência CiCe (Children' identity and citizenship in Europe – Erasmus academic network - ESE de Coimbra.

No dia 18 de Janeiro das 11.30 às 13 h, no âmbito da 2ª Conferência CiCe (Children' identity and citizenship in Europe – Erasmus academic network) decorreu o Workshop - Transformando Mundos e as TIC-TAC na Educação para a Cidadania Global dirigido a alunas no 2º ciclo (mestrado) de professores do 1º ciclo e pré-escolar.


No decorrer do workshop as futuras professoras/educadoras participantes organizaram-se em três grupos.
Cada grupo analisou um desafio da história dos pequenos exploradores do recurso didáctico transformando mundos.

Cada grupo tinha de responder às seguintes questões:
1.O tema a desenvolver é explícito?
2. Que competências se conseguem desenvolver/abordar com a actividade?
3. Que atitudes e valores podem ser trabalhados com a actividade?
4. Para o professor aplicar esta actividade em sala de aula seria necessário preparar mais algum instrumento de trabalho, como grelhas, dicas para resolução, entre outros?    

Em baixo podemos consultar as reflexões de cada grupo.


sábado, 6 de novembro de 2010

a Formação

e se de repente... tem uma turma de formandos, na qual uns têm portátil com open office, alguns mac e outros windows/office várias versões... só pode ser um desafio bem giro... com muitos momentos de aprendizagem, onde todos aprendem... e o fim-de-semana já vai a meio...