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domingo, 25 de outubro de 2015

O Projeto Digicl@sse

A sessão de apresentação e preparação do acompanhamento/avaliação, da implementação do projeto Digicl@asse, decorreu no dia 22 de outubro, no Agrupamento de Escolas Mário Beirão. Este projeto tem como objetivo a integração de tablets, nº 1º ciclo, para além de Setúbal, desta vez também em Beja.

Pelo segundo ano, em representação da ANPRI, é com prazer que participarei no acompanhamento do Projeto Digicl@asse que é dinamizado pela Edugep, apoiado por vários parceiros, entre os quais a ANPRI, promovendo a integração de tablets no 1º ciclo, desde da formação até à sala de aula.
Apresentação




domingo, 27 de abril de 2014

Mesa Redonda" Ensinar Informática nos ensinos básico, secundário e profissional: Tendências e Perspetivas"

Realiza-se dia 15 de maio, pelas 17.30h, uma Mesa Redonda " Ensinar Informática nos ensinos básico, secundário e profissional: Tendências e Perspetivas" organizada pelo Centro de Competência em Tecnologias e Inovação do Instituto de Educação - Universidade de Lisboa, na qual participo em representação da ANPRI.


Oradores:

João Filipe Matos(IEUL)
Ana Paula Afonso (DI-FCUL)
Fernanda Ledesma (ANPRI / ES D. JOÃO II)
Maria Santana (ESCOLA DIGITAL)
Luís Roque (AE EDUARDO GAGEIRO)
Fernando Fernandez (MOREDATA).
Mais informações e inscrições em: http://c2ti.ie.ul.pt/550/index.html

segunda-feira, 31 de março de 2014

Na impressa...pela Internet nas escolas

Em finais de março o Ministério da Educação e Ciência resolve tomar umas medidas estranhas sobre a internet as escolas.

Dei entrevistas sem fim, nem me lembro quantas, fica aqui um resumo.



Publico:
A decisão de fechar o acesso às redes sociais a partir dos computadores da escola, entre as 8h30 e as 13h30, anunciada na terça-feira pelo Ministério da Educação, foi mal acolhida pelos professores de Informática.

"Não estamos num país de censura digital", reagiu ao PÚBLICO Fernanda Ledesma, presidente da Associação Nacional de Professores de Informática, para quem tal interdição vai "limitar o professor na escolha das metodologias e das estratégias a trabalhar com os alunos". 

O curioso, segundo Fernanda Ledesma, é que a participação em redes como o Facebook, o Instagram e o Tumblr integra os conteúdos programáticos da disciplina. "O saber ser e estar nas redes sociais e as condições de privacidade no perfil de cada um fazem parte dos conteúdos programáticos. A via correcta nestas questões nunca é proibir, mas educar para", insurge-se aquela responsável.
Sublinhando que o acesso às redes sociais nas escolas se faz sobretudo a partir dos dispositivos móveis que os alunos levam para a escola, como os smartphones, a representante dos professores de Informática diz que o MEC já foi contactado no sentido de rever as normas constantes da circular que foi enviada às escolas. 


A solução encontrada por Nuno Crato foi contestada pela Associação Nacional de Professores de Informática, que considerou que podia estar em causa o ensino da disciplina.  
“O saber ser e o saber estar nas redes sociais e as condições de privacidade no perfil de cada um fazem parte dos conteúdos programáticos da disciplina”, reagira Fernanda Ledesma, daquela associação, para quem “a via correcta nestas questões nunca é proibir, mas educar para”.

Visão

A voz aos mais velhos
Os primeiros a insurgirem-se contra esta decisão unilateral foram os professores das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC): "As redes sociais fazem parte do currículo do 3.º ciclo e falar disso no abstrato, numa disciplina de caráter prático, torna-se um bocadinho difícil", diz Fernanda Ledesma, da direção da Associação Nacional de Professores de Informática, acrescentando que o Ministério mostrou alguma abertura para avaliar uma contraproposta, se a houvesse. "E nós estamos a tratar disso."

Ionline
Segundo a presidente da Associação Nacional de Professores de Informática (ANPRI), Fernanda Ledesma, a maioria das aulas são de manhã, altura em que estas redes e aplicações estão bloqueadas. E, no programa do 8.º ano da disciplina de TIC, uma das matérias é precisamente sobre “redes sociais”.
“A maioria dos alunos, quando chega às aulas, já está inscrita e sabe usar as redes sociais. As aulas não são para aprender a usar o Facebook, mas sim para ensinar a usar bem, porque é preciso educar para esta realidade digital”, explicou Fernanda Ledesma em declarações à Lusa.
A disciplina de TIC pretende alertar os jovens para os perigos da Internet e das redes sociais e ensiná-los a “protegerem-se, a saberem configurar as suas privacidades e a explicar-lhes todos os cuidados a ter online”.
SapoTEK

Bloqueio das redes sociais nas escolas ainda pode ser negociado
"Não está fechada a porta a uma contraproposta, se esta for aceitável", explicou a dirigente em conversa com o TeK. 

Segundo a líder do ANPRI a medida anunciada para salvaguardar o bom funcionamento a rede das escolas públicas vai ter impacto direto no ensino de algumas matérias. Fernanda Ledesma deu o exemplo concreto da disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no 8º ano, onde existe um módulo dedicado ao funcionamento dos fóruns, blogues e redes sociais. 

sábado, 16 de novembro de 2013

uma entrevista ao Jornal O Guerra Zoelae

By Jornal O Guerra Zoelae de Macedo de Cavaleiros

Saliento...
"...os professores de informática do país têm de ser os mestres de um setor emergente, que está cada vez mais enraizado em todas as áreas da sociedade atual. As tecnologias tornaram-se o suporte da maioria dos serviços, indústria, comércio, saúde, entre outros, ainda que nos últimos tempos este fenómeno tenha sido um pouco desvalorizado, mas quer se goste, se assuma ou não, as tecnologias estão por aí, em todo lado."


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Direção da ANPRI


É com orgulho, enquanto professora do grupo de Informática que informo, que hoje assumi a Presidência da Direção da Associação Nacional dos Professores de Informática, acompanhada por uma equipa constituída por colegas que muito admiro, na qual juntamos a experiência do mandato anterior, com novos valores e novas ideias.
O desafio que temos pela frente não é, e não será fácil, tendo em conta toda a conjuntura atual. Por isso, precisamos do apoio efetivo de todos, bem como da vossa colaboração, seja enviando-nos ideias, inquietando-nos quando não estivermos a dar a resposta à altura das situações, desafiando-nos com propostas de melhoria ou de qualquer outra forma.
Representar o grupo cabe-nos a nós, mas a luta pelo grupo cabe a todos, pois só com vosso apoio será possível melhorar
Até breve.
Fernanda Ledesma


domingo, 12 de maio de 2013

3º episódio das "Conversas com Informática"

Retirei do website da ANPRI para divulgação...
3º episódio das "Conversas com Informática" (Balanço do primeiro ano de aplicação das metas curriculares)
O ano letivo 2012/2013, foi um ano de mudança para a disciplina de TIC. Além da disciplina ter passado a ser lecionada mais cedo, passando do 9º ano para o 7º e 8º, neste ano letivo também se começaram a aplicar as novas metas curriculares, que vieram alterar a filosofia da disciplina de TIC.
Chegando ao fim do ano letivo, é a altura ideal para fazer o balanço do primeiro ano de aplicação das novas metas.
Este episódio do "Conversas com Informática" será transmitido em direto na próxima 3ª feira (dia 14), pelas 21 horas.
Tal como nos episódios anteriores, a primeira parte da discussão contará com dois convidados que farão o balanço deste primeiro ano de metas e na segunda parte contaremos com a participação de todos os espetadores, para enriquecer ainda mais a discussão.
Nesta discussão também serão discutidos os resultados do Questionário "Metas curriculares (balanço do primeiro ano de aplicação)" (http://www.anpri.pt/mod/feedback/view.php?id=379), para o qual vos convidamos desde já a preencher.
Data: 14 de maio 2013
Inicio: 21:00
Moderador(es): Carlos Nunes
Convidados:
Fernando Mendonça (Professor de Informática e co-autor das metas curriculares de TIC)
Fernanda Ledesma (Professora de Informática)
Mais informações em http://www.anpri.pt/course/view.php?id=33
Link para assistir em direto:  www.youtube.com/user/ANPRIPT 

quarta-feira, 28 de março de 2012

Mais uma representação da ANPRI desta vez na Assembleia Geral da ApdSI

A ANPRI, representada pela Fernanda Ledesma, participou na Assembleia Geral da APDSI – Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação enquanto sócia institucional, que se realizou no dia 28 de março de 2012, em Lisboa. 

Desta assembleia salientámos o Plano de Atividades no qual se incluem as Olimpíadas Nacionais da Informática dirigida a alunos do ensino básico e secundário, com o objetivo promover o gosto pela programação e pelas tecnologias de informação entre os jovens, constituir um ponto de encontro de âmbito nacional para professores e alunos interessados nestes temas e nas quais participam essencialmente alunos orientados pelos professores do grupo de Informática.

quinta-feira, 15 de março de 2012

uma entrevista “O equipamento existente nas escolas pode estar a degradar-se”


uma entrevista em representação da ANPRI “O equipamento existente nas escolas pode estar a degradar-se” publicada no Sapo.TEK.

Até 2010 havia crédito horário para atribuir aos professores que desempenhavam as funções relacionadas com a gestão do Plano Tecnológico da Educação nas escolas, o que deixou de se verificar este ano letivo (2011/2012).

No entanto os equipamentos tecnológicos continuam nas escolas, sem que haja condições para que se faça a sua manutenção, alerta a ANPRI.

A associação que representa em Portugal os professores de informática avançou recentemente com uma proposta que procura dar resposta à contenção económica sentida, mas também proporcionar condições para que se faça a necessária manutenção dos equipamentos, “rentabilizando o avultado investimento realizado em prol da integração das TIC em contexto educativo”, referia esta semana num comunicado.

Os objetivos e enquadramento da proposta foram apresentados ao TeK por Fernanda Ledesma, da direção da ANPRI, numa curta entrevista.

TeK: O que levou à necessidade de criar esta proposta?
Fernanda Ledesma: O que levou à necessidade de criar esta proposta foi o facto do equipamento existente nas escolas poder estar a degradar-se por falta de manutenção. Tendo em conta, que este ano letivo (2011/2012) foi reduzida ou cortada a carga horária atribuída aos professores com competências nesta área para o desempenho destas funções. 
Uma vez que as escolas também não possuem condições financeiras para contratualizar empresas para este serviço é necessário ponderar outras soluções. 

TeK: Quais os seus objetivos?
Fernanda Ledesma: Dar resposta às necessidades de manutenção do equipamento existente nas escolas e que é utilizado diariamente. Só estando funcional poderá ser devidamente utilizado na integração das tecnologias em sala de aula.
TeK: O que se passa atualmente? Quais as soluções que estão a ser ponderadas?
Fernanda Ledesma: Neste momento há duas alternativas: ou se contratam empresas, para as quais as escolas não têm verbas, ou cada equipamento que avaria, assim permanece. 
Há uma terceira, que não será exequível, nem viável por muito tempo: os professores com competências nesta área irem fazendo a manutenção por "amor à camisola" e porque lhes custa ver o equipamento a degradar-se. 

TeK: Quais os principais pontos a destacar na proposta que apresentam? 

Fernanda Ledesma: As condições que apresentamos na nossa proposta são menores do que as existentes até 2010 e menos dispendiosas do que se as escolas tiverem de contratualizar empresas para dar assistência ao equipamento existente.
Este apoio próximo e diário garante o funcionamento e a manutenção do equipamento, para que possa ser utilizado por alunos e professores.
TeK: Na prática o que altera face ao modelo que vigorava?
Fernanda Ledesma: Reduz a carga horária existente até 2010, mas continua a dar garantias da manutenção do equipamento. 
Por outro lado garante a concentração de horas em menos docentes para que o trabalho desenvolvido seja de qualidade. 
Atualmente com uma equipa há casos de atribuição de 45 minutos ou 90 minutos semanais a vários docentes, nos quais efetivamente não se consegue fazer nada ou muito pouco. 
Nesta proposta consideramos que é preferível concentrar estas pequenas atribuições apenas num docente de modo que tenha pelo menos um dia por semana para cuidar do diverso equipamento tecnológico, Website, plataforma de elearning e sistemas de informação da escola. 

TeK: O que está a ser proposto pelo Governo neste sentido? A extinção destas responsabilidades?
Fernanda Ledesma: Não é ainda conhecida nenhuma proposta nesta área. No ano anterior, pelo assumir de funções tardiamente, mantiveram o que já estava definido pelo anterior executivo, que foi o corte de horas ou a sua atribuição na componente não letiva, que é muito reduzida neste grupo disciplinar, dado ser constituído essencialmente por professores numa faixa etária baixa, sem direito a qualquer redução. 
Se o equipamento continua nas escolas é necessário encontrar soluções, ainda que sejam mais contidas do que as existentes, não nos parece uma opção viável - a degradação por falta de manutenção.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Pela ANPRI na Assembleia da República

Hoje, no debate da Assembleia da República no debate sobre revisão curricular, a ANPRI (Associação Nacional dos Professores de Informática) esteve representada por António José Lourenço Ramos e Fernanda Ledesma, membros da Direção da Associação. Tivemos oportunidade de intervir, 2 minutos cada 1.


Excerto do Vídeo - Intervenção na Assembleia da República
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